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Rumo a 15% ao ano: Tesouro Prefixado renova máximas em semana de Copom

Há 10 dias, nenhum dos títulos prefixados superava 14% ao ano; agora, vencimento curto dá quase 15%

Por Luíza Lanza

09/12/2024 | 10:32 Atualização: 09/12/2024 | 10:37

Tesouro Direto. (Foto: Adobe Stock)
Tesouro Direto. (Foto: Adobe Stock)

Os títulos prefixados do Tesouro Direto iniciaram a semana renovando as máximas de retorno. O Tesouro Prefixado 2027 oferece nesta segunda-feira (9) 14,75% ao ano ao investidor, enquanto o ativo com vencimento em 2031 rende anuais 14,26%; ambos estão no maior patamar de retorno da série histórica.

Leia mais:
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A abertura das taxas prefixadas vem acontecendo já há algum tempo, mas se acentuou nos primeiros pregões de dezembro. Até o fechamento de novembro, nem o Tesouro Prefixado 2027, nem o 2031 tinham rompido os 14% de retorno anual. Agora, o título mais curto se aproxima dos 15% ao ano.

A baixa confiança de investidores com a situação fiscal do País piorou depois de o Executivo apresentar, no final de novembro, as medidas voltadas ao ajuste fiscal. Desde então, a curva de juros brasileira passa por um ajuste acentuado, enquanto alguns players do mercado revisando para cima as projeções para a Selic até 15% ao ano.

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Na quarta-feira (11), o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne para discutir um novo aumento na taxa de juros brasileira. Segundo o Projeções Broadcast, as apostas ainda se concentram em um ajuste de 0,75 ponto percentual, que levaria a Selic para 12,00% ao ano.

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