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TIM (TIMS3): analistas dizem que resultado do 1T24 foi sólido; hora de comprar a ação?

Analistas da XP dizem esperar uma reação de mercado neutra ou ligeiramente positiva da ação no pregão de hoje

TIM (TIMS3): analistas dizem que resultado do 1T24 foi sólido; hora de comprar a ação?
Símbolo da Tim (TIMS3). Foto: Adobe Stock

A Tim (TIMS3) apresentou resultado sólidos e em linha com o esperado, afirmam analistas da XP e Genial Investimentos em relatórios divulgados nesta terça-feira (7). Ontem, a empresa de telecomunicação reportou um lucro líquido normalizado de R$ 519 milhões, alta de 19% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Para os analistas das duas casas de análise, o grande destaque do trimestre foi alta de 7,3% na receita normalizada da empresa, que encerrou o primeiro trimestre de 2024 em R$ 6 bilhões, um crescimento contra os R$ 5,6 bilhões do mesmo período do ano passado.

“Destaques incluem o impulso do segmento móvel, especialmente pós-pago, e o expressivo crescimento da Ultrafibra. O índice de receita média por usuário no pós-pago permaneceu positivo, refletindo a eficácia das estratégias de upselling e retenção”, argumentam Antonio Cozman, Kaique Rocha e Iago Souza, que assinam o relatório da Genial.

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Em meio a esse tom otimista os analistas da Genial recomendam compra para as ações Tim com preço-alvo de R$ 21, alta de 13,21% na comparação com o fechamento de segunda-feira (6), quando a ação encerrou o pregão cotada a R$ 18,55. A XP também recomenda compra e tem preço-alvo de R$ 24 para o papel, uma potencial alta de 29,4% em relação ao fechamento de segunda-feira.

Os analistas da XP dizem esperar uma reação de mercado neutra ou ligeiramente positiva da ação no pregão de hoje, já que os números sólidos estão em linha com as expectativas, refletindo o estado favorável do setor após a consolidação.

“No entanto, a ação está negociando próxima de seus múltiplos históricos, como a métrica EV/EBITDA em  4,2 vezes em 2024. Por isso, permanecemos construtivos com a tese de investimento e a capacidade de continuar repassando a inflação nos próximos resultados”, afirmam Bernardo Guttmann e Marco Nardini, que assinam o relatório.