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Mercado

“Estamos felizes como empresa de capital aberto”, diz CEO da Dotz

Roberto Chade fala sobre a performance da empresa um ano após a abertura de capital

Por Luíza Lanza

03/06/2022 | 18:13 Atualização: 03/06/2022 | 18:13

Roberto Chade no IPO da Dotz, que acaba de completar um ano. (Foto: Divulgação/Dotz)
Roberto Chade no IPO da Dotz, que acaba de completar um ano. (Foto: Divulgação/Dotz)

A volatilidade que atingiu em cheio a bolsa de valores brasileira no segundo semestre de 2021 pegou de surpresa as mais de 40 empresas que aproveitaram a janela do começo do último ano para oferecer suas ações aos investidores pela primeira vez. A grande maioria delas acabou fechando o período com forte queda.

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Na terça-feira (31), a Dotz, empresa de programa de fidelidade, comemorou seu primeiro ano como uma empresa de capital aberto. As ações foram ofertadas em maio de 2021 por R$ 13,20, mas encerraram o ano valendo R$ 2,62 – uma queda de quase 80% no valor dos papéis.

Em compensação, o ano de 2022 tem sido mais positivo para a empresa. As ações conseguiram uma recuperação de 40% entre janeiro e maio, cotadas a R$ 3,98 até o último dia 31. Para o CEO Roberto Chade, a arrancada dos papéis neste ano se deve a uma melhora na percepção do mercado frente aos resultados que a empresa está conseguindo entregar.

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“Estamos fazendo a lição de casa e acreditamos que, se isso continuar acontecendo, naturalmente as ações vão se valorizar. E o mercado está vendo as coisas acontecerem. Em linhas gerais, foi um ano muito positivo para a nossa trajetória”, diz.

Com a melhora no desempenho das ações mesmo em um cenário ainda incerto para muitos ativos na bolsa, Chade garante que a empresa seguirá na Bolsa e focada em entregar o que prometeu durante o IPO. “Ser uma companhia de capital aberto vem sendo bastante relevante e não trabalhamos com nenhuma hipótese diferente disso”.

Confira os principais pontos da entrevista do CEO ao E-Investidor:

E-Investidor – Quais foram os maiores desafios da empresa neste primeiro ano na B3?

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Roberto Chade – Em linhas gerais, foi um ano muito positivo. Atingimos um marco importante na nossa trajetória com a transformação da Dotz em uma empresa de capital aberto e isso trouxe uma capacidade de investimento relevante, além de novos sócios importantes. Óbvio que tem os desafios normais de mercado, mas quem é empreendedor já passou por tanto desafio na vida que esse foi só mais um.

Entendo que a prestação de contas ao investidor fortalece a empresa, cria uma diligência maior, e a entrega dos resultados a cada semestre acaba sendo ótima, porque nos obriga a estar sempre evoluindo. A companhia está mais madura, mais diligente, e vem entregando tudo o que prometeu no IPO.

As ações acumulam alta em 2022, depois de um segundo semestre de 2021 bem difícil. A perspectiva daqui para frente é de recuperação?

Chade – Esse ano a ação está crescendo quase 40% exatamente porque deu tempo de mostrar para o mercado que a estratégia da Dotz vem se materializando. O segundo semestre do ano passado foi um período de implementação e crescimento do time. A nossa receita por usuário pode crescer de R$ 30 para R$ 700. E precisávamos mostrar que isso era verdade, coisa que estamos conseguindo fazer agora.

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O mercado começou a ver as coisas acontecendo. É lógico que temos um desafio de liquidez na nossa ação por causa do perfil de investidores de longo prazo que temos. Mas, no geral, estamos fazendo a lição de casa e acreditamos que, se isso continuar acontecendo, naturalmente as ações vão se valorizar.

Recentemente, a Getnet, que assim como a Dotz fez o IPO em 2021, anunciou que pretende deixar a Bolsa. Vocês trabalham com essa possibilidade?

Chade – Estamos muito felizes como uma empresa de capital aberto, isso trouxe benefícios importantes. Essa desvalorização que aconteceu não é o ideal, mas aconteceu com todo mundo. O importante é que já estamos recuperando, então, no nosso caso, ser uma companhia aberta vem sendo bastante relevante e não trabalhamos com nenhuma hipótese diferente disso.

Dado as incertezas do cenário macroeconômico, há uma preocupação de que o aumento da inadimplência atrapalhe a evolução dos negócios da Dotz?

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Chade – Ser empresário no Brasil sempre é um desafio. Nunca vai deixar de ter, uma hora é desemprego, outra hora é inflação, inadimplência, crise política. Estamos atentos a isso, mas não controlamos essas variáveis. O que podemos fazer é controlar como vamos lidar com elas e a nossa visão é transformar o desafio em oportunidade. Se esse é o cenário que vamos ter pela frente, então vamos aprender a lidar com ele.

Quais os planos futuros da empresa? Há aquisições ou novos produtos no radar?

Chade – Recentemente fizemos a aquisição da Noverde, a fintech que veio para complementar os nossos serviços financeiros, e estamos estudando outras duas novas aquisições. Ao mesmo tempo, estamos muito atentos ao caixa porque o mercado cobra isso. Nosso foco está em três pilares: o crescimento do faturamento via expansão para outros mercados, o crescimento do cross sell, principalmente dentro do mundo de serviços financeiros e crédito pessoal, e maior penetração no mercado em que atuamos.

Por que investir nas ações da Dotz?

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Chade – Ainda estamos em um valor bem abaixo do que o próprio valuation do IPO. Os analistas que cobrem a Dotz têm colocado o preço-alvo das ações perto de R$ 10, R$ 12, enquanto os papéis estão chegando a R$ 4 agora. Isso significa que tem um potencial de valorização bastante grande.

Mas o mais importante de tudo é que estamos entregando aquilo que prometemos. No fim das contas, a Dotz tem diferenciais únicos e está entregando resultado. Eu como investidor invisto fortemente na Dotz e estamos até fazendo um programa de recompra, porque acreditamos demais no trabalho que está sendo feito.

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