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Negócios

Como bancos gigantes de Wall Street lucram com tecnologia de criptomoedas

O Goldman Sachs Group é um dos nomes que investem na iniciativa

Por Estadão Conteúdo

23/08/2022 | 9:59 Atualização: 23/08/2022 | 10:27

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

O Goldman Sachs Group já está negociando alguns títulos e outros papéis de dívida para clientes em redes baseadas em blockchain, como ethereum, e investe em uma plataforma própria para negociações baseadas em blockchain. O JPMorgan Chase & Co. já possui uma plataforma semelhante, a Onyx.

Leia mais:
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Os maiores bancos de Wall Street, no geral, evitam investir diretamente em criptomoedas. Mas muitos estão trabalhando silenciosamente para integrar o blockchain, a tecnologia por trás das criptomoedas, no comércio e em outros negócios.

As grandes companhias do centro financeiro de Nova York ajudam a fazer a economia funcionar, conectando compradores e vendedores de títulos e emprestando dinheiro às empresas.

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Mas seus negócios sofisticados geralmente são executados em sistemas antigos e debilitados. O Goldman Sachs e outros bancos esperam poder executar sistemas mais rápidos, menos custosos e, em última análise, mais lucrativos baseados em blockchains.

O blockchain, às vezes chamado de tecnologia de contabilidade distribuída, é o encanamento que mantém os mercados de criptomoedas funcionando.

É basicamente um programa de software que usa um sistema aberto de manutenção de registros – um livro caixa central – para rastrear ativos e registrar transações e informações sobre a propriedade desses ativos. Cada participante opera no mesmo livro caixa central.

Os sistemas baseados em blockchain em Wall Street seriam diferentes em alguns aspectos dos sistemas por trás do bitcoin e outras criptomoedas. Podem ser redes com permissão, o que significa que uma parte central – como um banco ou um consórcio de bancos – decidiria quem tem permissão para entrar.

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Fora do setor bancário, o Walmart usou blockchain para rastrear suas cadeias de suprimentos. No setor imobiliário, algumas empresas de títulos o usaram para registrar a propriedade da casa.

Fonte: Dow Jones Newswires.

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