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Negócios

Megainvestidor de NY vira alvo de empresa famosa por enfrentar figurões

Acionista ativista que já obrigou titãs empresariais a se sujeitar às suas demandas agora vê o outro lado da moeda

Por Michael J. De La Merced, The New York Time

09/05/2023 | 15:09 Atualização: 09/05/2023 | 15:09

Carl Icahn durante entrevista para a Fox News, em março de 2014. (Imagem: Brendan McDermid)
Carl Icahn durante entrevista para a Fox News, em março de 2014. (Imagem: Brendan McDermid)

Ao longo de quase 50 anos, Carl Icahn provocou mudanças em Wall Street como um invasor corporativo e acionista ativista, obrigando titãs empresariais a se sujeitar às suas demandas e mudar suas estratégias de negócios. Mas no último dia 2 sua empresa de capital aberto, a Icahn Enterprises, tornou-se alvo da Hindenburg Research, a companhia de vendas a descoberto que ficou famosa nos últimos anos ao enfrentar o magnata Indiano Gautam Adani e o cofundador do Twitter, Jack Dorsey.

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A Hindenburg acusou a Icahn Enterprises de ser avaliada com um valor exagerado. A empresa é negociada bem acima de seu valor patrimonial líquido, ao contrário de veículos financeiros semelhantes administrados por William A. Ackman e Daniel S. Loeb. A Hindenburg também contestou o que disse ser um dividendo injustificadamente elevado financiado pela venda de ações.

“A Icahn vem usando o dinheiro recebido de novos investidores para pagar dividendos a antigos investidores”, escreveu a Hindenburg em um relatório público. Ela comparou a Icahn Enterprises a “estruturas econômicas semelhantes ao esquema Ponzi” que sobrevivem apenas enquanto novos investidores estão dispostos a ser os últimos a “pagar o pato”. A Hindenburg disse apostar que as ações da Icahn Enterprises cairiam, o que lhe renderia um lucro comercial.

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As ações da empresa despencaram 20% naquela mesma data e caíram mais 20% durante as negociações no dia seguinte.

A Hindenburg também desafiou o Jefferies, denominado o único banco de investimento grande a publicar pesquisas sobre a Icahn Enterprises – e que também ajuda a empresa a vender ações.

A Icahn Enterprises respondeu reafirmando suas divulgações. “Acreditamos que o relatório de venda a descoberto para benefício próprio publicado pela Hindenburg Research hoje pretendia apenas gerar lucros para a posição devedora da Hindenburg às custas dos detentores de participações de longo prazo da Icahn Enterprises”, comunicou a empresa em nota.

Quem é a Hindenburg Research?

Ao longo de apenas alguns anos, a Hindenburg e seu fundador, Nathan Anderson, ficaram famosos por publicarem artigos com pesquisas criticando empresas bem-sucedidas. Ela conquistou um sucesso considerável: a Nikola, uma fabricante de veículos elétricos, demitiu seu fundador depois que a Hindenburg o acusou de fraude, enquanto as empresas do império de negócios de Adani perderam bilhões de valor de mercado depois de que a Hindenburg alegou que elas praticavam manipulação de mercado e outras ações condenáveis.

O relatório da Hindenburg também constata que Icahn tomou os chamados empréstimos de margem para a Icahn Enterprises. Esse tipo de contrato permite que indivíduos ou empresas peguem empréstimos em cima do valor das ações que possuem, que se tornam uma garantia. Se as ações continuarem a cair, Icahn pode ser obrigado a vender mais papéis para atender aqueles pedidos de depósito (margin calls), o que poderia provocar uma redução ainda maior no preço das ações.

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A Hindenburg conseguiu um endossador de renome: Ackman, um magnata de fundos de hedge que entrou em confronto de forma memorável com Icahn em relação às perspectivas da Herbalife, a empresa de suplementos para a qual Ackman fazia apostas contrárias –  os dois bilionários discutiram de modo inesquecível na CNBC em 2013, um embate que tomou conta de Wall Street.

Eles fizeram as pazes, mas o tempo talvez não tenha curado todas as feridas. “Há uma natureza cármica neste breve relatório que reforça a ideia de um círculo de vida e morte”, tuitou Ackman a respeito do relatório da Hindenburg. “Portanto, é uma leitura obrigatória.”

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