• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Negócios

Como nova alta de juros nos EUA afeta o dólar e a bolsa no Brasil

Alta nos juros americanos faz investidores priorizarem ativos seguros, nos EUA, em detrimento dos emergentes

Por Luíza Lanza

27/07/2022 | 15:54 Atualização: 27/07/2022 | 16:01

Alta do dólar é uma das consequências do aperto monetário nos EUA. (Foto: Envato)
Alta do dólar é uma das consequências do aperto monetário nos EUA. (Foto: Envato)

Enquanto o mercado global acompanha com cautela o aperto monetário nos Estados Unidos – que nesta quarta-feira (27) elevou a taxa de juros norte-americana em 75 pontos-base para o intervalo entre 2,25% e 2,5% –, os investidores brasileiros têm ainda uma outra preocupação. De que forma a desaceleração da economia dos EUA, e até uma possível recessão, vai impactar o mercado doméstico?

Leia mais:
  • EUA se aproxima da recessão após nova alta de 75 bps? Entenda
  • Gestora bilionária vê risco que impõe cautela no Brasil; veja qual
  • Real avança frente a peso argentino, euro e libra, mas perde para dólar
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O novo aumento na taxa de juros dá indícios de que a economia norte-americana entrará em recessão. Mas qual o tamanho da crise que tal situação pode causar? Esta reportagem mostra o que o mercado espera de uma recessão nos EUA.

O movimento começou a ser sentido no Ibovespa nos últimos meses, com pregões de muita volatilidade, acompanhando as quedas das bolsas norte-americanas. Por mais que o Brasil tenha antecipado o ciclo de juros e já vislumbre o final das altas na Selic, a taxa básica de juros da economia doméstica, a alta nos juros dos EUA torna os ativos brasileiros menos atraentes aos olhos do investidor estrangeiro.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Para Marcus Labarthe, sócio-fundador da GT Capital, o momento é de “volta aos Estados Unidos”, com o capital global retornando para onde se sente mais protegido. “Vemos os títulos brasileiros a patamares pouco vistos e ainda sim com dificuldades de atrair capital internacional. Isto é reflexo do medo com o futuro”, afirma.

Esse cenário gera dois movimentos principais para o Brasil: redução do fluxo de capital gringo na B3 e aumento do dólar. E ambos já estão acontecendo.

De dezembro de 2021 a março deste ano, a entrada de capital estrangeiro na bolsa de valores brasileira foi bastante positiva. De lá para cá, porém, o movimento se reverteu. O único mês em que a entrada de recursos estrangeiros no País superou a saída foi junho por causa da privatização da Eletrobras, explica Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos.

“Quando começou a ficar mais claro que os EUA iam precisar subir mais a taxa de juros, o fluxo estrangeiro vira para o negativo. A continuidade do aperto monetário lá atrai mais recursos para os Estados Unidos e acaba afastando um pouco dos mercados emergentes”, afirma Cruz.

Publicidade

Mas não é só os juros que estão afastando os gringos do investimento no Brasil. Na visão da gestora global Janus Henderson, tem um outro fator que impede uma alocação maior no País; veja a entrevista completa.

A proximidade das eleições também entrou no caminho. Fabio Louzada, economista, analista CNPI e fundador da Eu me Banco, afirma que propostas como a PEC Kamikaze, que libera gastos bilionários do governo às vésperas do pleito, aumentam os temores com a situação fiscal do Brasil. Outro fator que colabora para essa fuga do capital estrangeiro.

“Isso alimentou o temor do mercado em relação à percepção de risco fiscal e furo do teto de gastos. Diante desse cenário de insegurança, o investidor prefere migrar para outras economias”, diz.

Com a saída dos estrangeiros, quem sofre é o Ibovespa, que amarga quedas e vem lutando para se manter na faixa dos 100 mil pontos desde que o Fed iniciou o aperto monetário nos EUA. Nos primeiros meses do ano, a alta dos preços internacionais de commodities ajudaram a sustentar as altas no índice, assim como valorizar o real frente ao dólar. Mas o cenário foi se ajustando conforme o medo nos mercados globais aumentou.

Publicidade

Marcus Labarthe, da GT Capital, explica que poucas ações conseguem se beneficiar nesse cenário, mas aquelas empresas que conseguem repassar ao consumidor a alta nos preços em seus produtos são mais beneficiadas. “Vejo com destaque setores de seguros, como BB Seguridade (BBSE3), e os exportadores atrelados ao dólar , como Suzano (SUZB3). Os menos beneficiados são os setores que têm maior dificuldade em repassar a alta da matéria prima e da inflação, como varejo e construção civil”, diz.

Dólar pode continuar em alta

Quem também tende a jogar contra os investidores brasileiros é o dólar. Desde junho, a moeda norte-americana vem acentuando as altas frente à brasileira, chegando a bater os R$ 5,50 na última semana.

E a decisão do Fed em aumentar os juros pode contribuir para manter a moeda dos EUA em alta. “Há uma crescente preocupação com uma possível recessão que pode ser causada pelo aumento de juros lá fora. Em um cenário desse, com aversão a risco, medo global de uma possível recessão, há uma corrida por ativos seguros como o dólar”, diz Felipe Steiman, gerente comercial da B&T Câmbio.

A tendência é que a moeda norte-americana continue valorizada, ao menos até que o banco central dos EUA comece a dar indícios de uma redução nos juros por lá. “ A partir do momento em que o Fed indicar que deve diminuir o ritmo, o dólar deve dar uma aliviada.”, diz Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Estados Unidos
  • Federal Reserve System (Fed)
  • Investidor estrangeiro
  • Taxa de juros
Cotações
12/05/2026 3h10 (delay 15min)
Câmbio
12/05/2026 3h10 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os 7 hábitos das famílias mais ricas do mundo para ter sucesso, segundo o JPMorgan

  • 2

    Ibovespa hoje fecha no menor patamar desde março; dólar recua ao nível mais baixo em mais de 2 anos

  • 3

    Investidores inexperientes perdem 0,29% por ano com COEs. Experientes ganham 3%, mostra estudo

  • 4

    Tesouro Reserva estreia com operação 24x7 e sem oscilação; novo título promete mudar reserva de emergência no Brasil

  • 5

    Bancos intensificam guerra por clientes com pontos no cartão; compare benefícios e veja qual vale mais

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dinheiro esquecido: passo a passo para recuperar os valores
Logo E-Investidor
Dinheiro esquecido: passo a passo para recuperar os valores
Imagem principal sobre o Idosos superendividados: 3 dicas para prevenir esse problema
Logo E-Investidor
Idosos superendividados: 3 dicas para prevenir esse problema
Imagem principal sobre o Bilhete para gratuidade no Metrô: idosos com mais de 65 anos precisam dos cartões?
Logo E-Investidor
Bilhete para gratuidade no Metrô: idosos com mais de 65 anos precisam dos cartões?
Imagem principal sobre o 5 golpes que idosos podem sofrer e estratégias simples para fugir deles
Logo E-Investidor
5 golpes que idosos podem sofrer e estratégias simples para fugir deles
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 60 anos não têm direito ao transporte público gratuito? Entenda
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 60 anos não têm direito ao transporte público gratuito? Entenda
Imagem principal sobre o Idosos: como evitar o golpe do bilhete premiado?
Logo E-Investidor
Idosos: como evitar o golpe do bilhete premiado?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: quanto R$ 1.000 rende na conta poupança do aluno?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: quanto R$ 1.000 rende na conta poupança do aluno?
Imagem principal sobre o FGTS: quem vai se aposentar pode sacar todas as contas com saldo? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
FGTS: quem vai se aposentar pode sacar todas as contas com saldo? Entenda como funciona
Últimas: Negócios
Dividendos da Petrobras em 2026: o que o investidor pode esperar do balanço do 1T26 hoje
Negócios
Dividendos da Petrobras em 2026: o que o investidor pode esperar do balanço do 1T26 hoje

Alta do petróleo oferece gordura que poderia elevar proventos. É nisso que o mercado está de olho

11/05/2026 | 08h45 | Por Leo Guimarães
Lucros surpreendem nos EUA, mas alerta com petróleo e Oriente Médio cresce nos balanços
Negócios
Lucros surpreendem nos EUA, mas alerta com petróleo e Oriente Médio cresce nos balanços

Mesmo com 84% das empresas do S&P 500 superando estimativas, executivos intensificam alertas sobre Oriente Médio e petróleo — elevando a régua para os próximos trimestres

08/05/2026 | 17h42 | Por Sheryl Estrada, da Fortune
Berkshire Hathaway lucra US$ 10 bi antes de conferência histórica sem Warren Buffett
Negócios
Berkshire Hathaway lucra US$ 10 bi antes de conferência histórica sem Warren Buffett

Soma de caixa e aplicações em títulos do Tesouro norte-americano ultrapassou US$ 390 bilhões ao fim de março

02/05/2026 | 09h55 | Por Júlia Pestana e Fernanda Bompan
Balanços de big techs já mostram quem lucra com IA e quem ainda aposta no futuro; veja quem saiu na frente
Negócios
Balanços de big techs já mostram quem lucra com IA e quem ainda aposta no futuro; veja quem saiu na frente

Entre Microsoft, Alphabet, Amazon, Meta e Apple, tecnologia já se tornou o principal motor de crescimento de receita em três delas; confira as análises dos resultados do 1T26

30/04/2026 | 12h24 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador