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Negócios

Presidente da CVM americana quer endurecer as regras em Wall Street

Gary Gensler diz que quer tornar o mercado de capitais menos custoso para as empresas que levantam dinheiro

Por Estadão Conteúdo

06/10/2021 | 17:44 Atualização: 06/10/2021 | 17:47

Para muitas pessoas, entender mais sobre como investir no exterior tem se tornado uma boa opção. (Foto: Pixabay)
Para muitas pessoas, entender mais sobre como investir no exterior tem se tornado uma boa opção. (Foto: Pixabay)

O presidente da Securities and Exchange Commission (SEC, a CVM americana), Gary Gensler, está trabalhando em regras mais rígidas para empresas de negociação de alta velocidade, gestores de private equity, fundos mútuos e corretoras online. Há menos de seis meses no cargo, Gensler diz que quer tornar o mercado de capitais menos custoso para as empresas que levantam dinheiro, assim como para os investidores comuns que economizam para a aposentadoria.

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Na mira de Gensler, estão os lucros e salários que, segundo ele, estão acima do que um mercado puramente competitivo permitiria. “Espero que tratemos, e tentemos reduzir, esses excessos em nossos mercados de capitais”, disse. Ele observou que a parcela de finanças na produção econômica americana mais do que dobrou desde a década de 1950, representando agora cerca de 8% do Produto Interno Bruto do país.

O impulso regulatório pode abalar alguns dos modelos de negócios mais lucrativos de Wall Street. Alguns republicanos acusam Gensler de ser exagerado. Pessoas próximas ao setor dizem que os planos do presidente da SEC provavelmente despertarão objeção. No entanto, como a SEC não emitiu propostas formais para a maioria dos itens da agenda de Gensler, poucos representantes da indústria se dispuseram a criticá-la publicamente.

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Talvez a maior briga que Gensler tenha escolhido seja sobre este setor do mercado acionário, no qual diversas grandes empresas executam a maioria das negociações de investidores individuais.

Sob um acordo conhecido como pagamento por fluxo de pedidos, corretoras como a Robinhood Markets enviam muitos pedidos de clientes para firmas de negociação de alta velocidade, como a Citadel Securities ou a Virtu Financial, em vez de para uma bolsa de valores. Os negociantes de alta velocidade pagam corretoras pelos pedidos e lucram com a diferença entre o preço de compra e venda das ações que estão sendo negociadas.

A SEC já havia aprovado a prática, que ocorre há décadas, o que permitiu que muitas corretoras parassem de cobrar comissões de negociação para investidores individuais nos últimos anos. Citadel Securities e Virtu afirmam que costumam realizar negociações a preços ligeiramente melhores do que as bolsas, economizando ainda mais dinheiro para os investidores.

Gensler e outros críticos dizem que o pagamento pelo fluxo de pedidos representa um conflito de interesses para os corretores e reduz a transparência no mercado ao desviar os dados das bolsas. Em agosto, ele disse que estava disposto a banir completamente essa prática uma observação que fez com que as ações do Robinhood e do Virtu caíssem drasticamente.

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No cargo desde abril, o presidente da SEC também está examinando a nova geração de corretoras, como a própria Robinhood. Em vez de corretores humanos receberem pedidos de clientes e recomendarem investimentos por telefone,é usada análise de dados para estudar como os clientes se comportam.

Os algoritmos das corretoras podem personalizar mensagens para clientes individuais e influenciar as decisões de investimento por meio de notificações push e outros recursos. “Embora esses desenvolvimentos possam aumentar o acesso, ampliar as escolhas e reduzir custos, eles também levantam novas questões sobre conflitos em potencial, vieses nos dados e, sim, até mesmo risco sistêmico”, disse Gensler ao Comitê Bancário do Senado, em setembro.

Robinhood disse que espera trabalhar com a SEC e que sua plataforma tornou o mercado de ações acessível a milhões de investidores de primeira viagem.

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