O cobre com entrega prevista para setembro recuou 1,37%, a US$ 4,4820 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Já na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses recuava 0,93%, a US$ 9.668,00 a tonelada, às 14h39 (de Brasília).
No último sábado, Pequim divulgou regras que obrigam serviços de tutoria escolar a operar sem fins lucrativos, de forma a lidar com os crescentes custos educacionais na China. Na avaliação da Capital Economics, este setor não é particularmente importante para os ativos, e o que de fato preocupa é o que as medidas dizem sobre as “prioridades e abordagens” dos formuladores de política, com o avanço do governo sobre grandes empresas de tecnologia ainda “frescos na cabeça de investidores”.
Por sua vez, o panorama geral para commodities vem sendo de recuperação. Segundo o Commerzbank, o índice LME de metais básicos ganhou 3% até agora em julho, recuperando algumas das perdas que havia contabilizado desde o início de maio.
“Os preços dos metais foram favorecidos recentemente pelo otimismo da demanda entre os participantes do mercado e por uma série de interrupções na produção”, aponta o analista para metais industriais do banco alemão Daniel Briesemann. Entre os fatores, ele cita os recentes eventos climáticos extremos na China, que vem atrapalhando parte das cadeias de produção.
Entre outros metais negociados no pregão eletrônico da LME no mesmo horário, a tonelada do zinco recuava 0,50%, a US$ 2.967,50, a do estanho ganhava 0,83%, a US$ 33.660,00, a do níquel tinha alta de 1,07%, a US$ 19.565,00, a do chumbo avançava 0,19%, a US$ 2.343,00, e a do alumínio tinha ganho de 1,24%, a US$ 2.521,00.