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Metais: cobre fecha em queda e tem maior perda semanal da pandemia

  • Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para julho caiu 0,50%, a US$ 4,1570 por libra-peso

(Estadão Conteúdo) – Os contratos futuros de cobre fecharam em baixa nesta sexta-feira e perderam mais de 8% na semana, a mais acentuada queda semanal desde o início da pandemia. As cotações acompanharam a cautela generalizada nos mercados hoje, depois que um dirigente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) alimentou temores de que a instituição possa antecipar o ciclo de aperto monetário.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para julho caiu 0,50%, a US$ 4,1570 por libra-peso. Na comparação semanal, houve recuo de 8,39%, o mais forte desde março de 2020. Já na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses cedia 1,71%, a US$ 9.156,00 por tonelada, às 14h11 (de Brasília), 8,40% abaixo do nível da última sexta-feira.

“A escala da queda das commodities esta semana sustenta nossa visão de que boa parte do rali do último ano reflete especulação de investidores, ao invés de oportunidades genuínas de investimentos pela melhora dos fundamentos”, explica a Capital Economics, em relatório.

O tombo recente foi desencadeado pela crescente intervenção da China no mercado. O país asiático confirmou planos de vendas de parte das reservas de cobre, zinco e alumínio, com objetivo de manter a oferta e conter os preços. A postura mais hawkish do Fed, em decisão na última quarta-feira, também contribuiu para o movimento. O presidente da distrital de St. Louis do BC americano, James Bullard, intensificou a aversão ao risco hoje, ao afirmar, em entrevista à CNBC, que espera a primeira alta de juros no final de 2022.

A previsão contrasta com a visão da maioria dos dirigentes do Fed, que vê aumento da taxa básica só em 2023. De acordo com a Capital, essa nova posição abre espaço para o fortalecimento do dólar, que pressiona as commodities, ao torná-las mais caras e, dessa forma, menos atraente. “Isso suporta nossa opinião de que a maior parte dos preços das commodities terminará o ano em baixa”, avalia a consultoria britânica.

Entre outros metais negociados no pregão eletrônico da LME, no horário citado acima, a tonelada do zinco caía 2,49%, a US$ 2.839,00, a do estanho recuava 3,71%, a US$ 29.465,00, a do níquel ganhava 0,09%, a US$ 17.190,00, a do chumbo subia 1,29%, a US$ 2.157,50, e o alumínio perdia de 0,42%, a US$ 2.390,00.

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