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Sinduscon/FGV: PIB da construção terá alta de 7% em 2022

Por Circe Bonatelli

06/12/2022 | 15:05 Atualização: 06/12/2022 | 15:08

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

O Produto Interno Bruto (PIB) da Construção vai terminar o ano com uma expansão bem maior do que foi originalmente previsto, conforme dados atualizados pelo Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-SP) e pela Fundação Getulio Vargas.

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O PIB do setor deve mostrar alta de 7% em 2022, resultado 3,5 vezes acima da projeção feita em janeiro, quando apontava para alta de 2%.

“As previsões de todos os setores, feitas aproximadamente um ano atrás, foram piores do que se realizou no transcorrer do ano. As estimativas ainda estavam contaminadas por rescaldos da pandemia e pelo temor com o peso da inflação muito alta”, ponderou o vice-presidente de Economia do Sinduscon-SP, Eduardo Zaidan, durante entrevista coletiva à imprensa.

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A coordenadora de estudos da construção da FGV, Ana Maria Castelo, acrescentou que a economia brasileira como um todo cresceu mais que o previsto. Isso gerou mais empregos, engrossou as rendas e gerou demanda por imóveis, ajudando a aquecer o setor. “Vimos uma recomposição do mercado de trabalho. Essa massa efetiva cresceu muito acima do esperado e gerou valor adicionado para a construção”, apontou.

Essa geração de empregos também se espalhou pela construção. O Sinduscon-SP e a FGV previam a criação de um total de 110 mil vagas de trabalho no setor em 2022. Já o resultado acumulado nos últimos 12 meses até outubro havia alcançado a marca de 242 mil, evidenciando um nível de atividade bastante aquecido.

O segmento de edificações (obras residenciais e comerciais) deve fechar com alta de 13% em 2022, portanto, sendo o principal responsável pelo avanço de 7% do PIB setorial. Na sequência, vêm os serviços especializados para obras, que devem fechar com alta de 12%. As obras de infraestrutura vão contribuir com aumento de 5%.

Já as obras e reformas domésticas, tocadas por conta própria pelas famílias, devem acabar com uma retração de 2%. Segundo Castelo, isso reflete o endividamento das famílias ao longo do ano.

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