“As GPUs (unidades de processamento gráfico) da Nvidia têm aumentado suas funcionalidades, inicialmente eram utilizadas em jogos de PC, depois mineração de criptomoedas e, agora, IA (inteligência artificial). A expansão do segmento de IA deve ser exponencial e trazer múltiplos retornos para a empresa que já tem sua plataforma de desenvolvimento e treinamento de IA como líder neste mercado”, destaca a Ágora, em relatório divulgado nesta sexta-feira (1).
Por outro lado, a casa pondera que a concorrência no fornecimento de chips deve aumentar com a entrada de grandes players focando em desenvolvimento de novas tecnologias, o que representa um risco.
Sobre o ETF IVBB11, a Ágora avalia que com a consolidação do cenário de início do ciclo de corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) as empresas devem encontrar “menor dificuldade para se financiar e assim girar a roda da economia, com expectativa de ampliação dos lucros”. “Entendemos que é importante estar posicionado em um índice que representa cerca de 80% da capitalização do maior mercado acionário do mundo, para surfar essa onda quando ela chegar”, descreve o relatório.
As incertezas sobre a data de início e a magnitude do movimento de cortes pelo Fed, assim como uma possível recessão nos Estados Unidos, são os riscos apresentados para o papel.
A respeito dos nomes que saíram da carteira, a Ágora informou ter optado por reduzir a exposição à América Latina, “em função dos desafios fiscais e de crescimento que a região apresenta”.
O portfólio completo segue com Alphabet (GOGL34), Albemarle Corp. (A1LB34), iShare Russell 2000 (BIWM39), iShare Core MSCI EM (BIEM39), Johnson & Johnson (JNJB34), Aura Minerals (AURA33), Booking (BKNG34) e Coca Cola Co (COCA34).