

A Americanas (AMER3) terminou o pregão desta quinta-feira (02) em baixa de 19,62%, aos R$ 1,68. Depois de chegar em 20 de janeiro aos R$ 0,71, no rastro da repercussão das “inconsistências contábeis”, os papéis da Americanas (AMER3) dispararam na Bolsa. Daquele dia até quarta-feira (01) o papel saltou 198%, para R$ 2,09.
Entretanto, o forte movimento de alta foi interrompido nesta quinta-feira (2). O motivo para a nova derrocada seria o aumento do valor da dívida da varejista, de R$ 41,2 bilhões para R$ 47,9 bilhões, segundo o administrador judicial.
A diferença na relação de credores se refereria ao valor total das debêntures nas quais a Americanas é devedora das também recuperandas JSM Global S.À.R.L e B2W Digital Lux. “As debêntures foram emitidas intragrupo apenas para criar um canal de transferência de recursos da Americanas para as recuperandas estrangeiras, visando ao pagamento dos bonds. Ao considerar o endividamento consolidado das recuperandas, esse valor deve ser expurgado, sob pena de duplicidade”, disse a empresa.
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