• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Americanas, Oi, Light: empresas em dificuldade acendem alerta para bancos

Grandes empresas em dificuldade financeira acendem um alerta para bancos; veja quais deles estão mais expostos

Por Matheus Piovesana, Estadão Conteúdo

06/02/2023 | 14:43 Atualização: 06/02/2023 | 17:58

Logomarca da empresa de telecomunicação Oi (OIBR3, OIBR4)
Logomarca da empresa de telecomunicação Oi (OIBR3, OIBR4)

Os resultados do Santander Brasil no quarto trimestre de 2022 deixaram claro que o “caso Americanas” adicionou mais um fator problemático a um ano que não deve ser fácil para os grandes bancos do País. Às voltas com a inadimplência dos consumidores e das pequenas empresas, as instituições agora têm pela frente riscos de grandes clientes. A varejista, que está em recuperação judicial, ganhou a companhia da Light (de energia) e da Oi (telecomunicações) no grupo de empresas que disparam alertas no setor.

Leia mais:
  • Americanas: veja tudo o que você precisa saber sobre o caso
  • Ação da Light cai 3% em nova dor de cabeça para sócio de Jorge Paulo Lemann
  • “Estrutura de capital da companhia continua insustentável”, diz Oi à Justiça
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Os casos são diferentes. A Americanas, com R$ 48 bilhões em dívidas, foi à recuperação judicial após as negociações com os bancos travarem e parte deles começar a liquidar dívidas antecipadamente. A Oi, por sua vez, está às portas de uma segunda recuperação judicial um mês após encerrar a primeira. A Light, por fim, contratou a consultoria Laplace, que atuou com a Oi, o que acendeu no mercado o sinal amarelo para possíveis dificuldades na rolagem das dívidas.

São detalhes que mudam o impacto de cada caso nos bancos. A Americanas, por exemplo, começa a ser rebaixada de degrau nas classificações de crédito das instituições financeiras, espécie de termômetro da probabilidade que elas enxergam de receber o dinheiro que emprestaram de volta.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O Santander não citou a varejista diretamente, pelo sigilo bancário. Entretanto, no quarto trimestre, fez uma provisão extra de cerca de R$ 1,1 bilhão por um evento posterior a 31 de dezembro, relacionado a um cliente do atacado. Esse cliente foi rebaixado para uma categoria entre E e H, que são as de maior risco.

O fluxo para a Oi provavelmente seria outro: como a empresa acaba de deixar a recuperação judicial, é possível que os bancos ainda não tenham elevado seu selo de bom pagador. “Nomes mais conhecidos foram sendo provisionados, por diligência das próprias instituições, ao longo dos anos”, disse o presidente do Santander, Mario Leão, após ser questionado sobre o pedido de tutela de urgência contra execuções de dívida pela tele, que ele não citou em sua resposta.

A Light não se encaixa nem em um caso, nem em outro. O temor do mercado está na dificuldade da companhia em combater ligações irregulares de energia no Rio de Janeiro e, consequentemente, em atingir as metas de qualidade da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Isso poderia levar a uma perda da concessão, que expira em 2026, com efeito na rolagem das dívidas para além dessa data. Um dos maiores acionistas da companhia é Beto Sicupira, parte do trio de referência da Americanas – contra quem os bancos subiram o tom nas últimas semanas.

A grande divergência

Dos três casos, portanto, o mais concreto é o da Americanas, e os últimos dias trazem leituras sobre seu impacto para os bancos. Ao que parece, o evento deve intensificar a “grande divergência” identificada pelo Credit Suisse entre os quatro maiores bancos do País para este ano. Santander e Bradesco, os mais expostos à companhia, já tinham expectativa de resultados mais fracos que os de Itaú Unibanco e Banco do Brasil mesmo antes do colapso da varejista.

“Por um lado, Banco do Brasil e Itaú Unibanco devem ter rentabilidade entre 19% e 20% (este ano), se beneficiando de um ambiente de juros mais altos e de um melhor desempenho da qualidade de ativos”, afirmou Marcelo Telles, do Credit, em relatório enviado a clientes. “Do outro lado do espectro, Bradesco e Santander devem ter retorno de dois dígitos médios.”

Publicidade

No Santander, o retorno despencou para 8,3% no quarto trimestre de 2022, sob o peso da Americanas. Sem ela, teria sido de 11%, também inferior aos dos trimestres anteriores, nos cálculos dos analistas do Citi.

Os dois bancos vinham sendo mais penalizados que a média pela deterioração da inadimplência das pessoas físicas, em especial de menor renda. “Em bancos tão grandes, que não estão expostos a um só nicho, não tem como evitar o ciclo”, diz Carlos Macedo, analista da plataforma Ohmresearch. “Os bancos como um todo começaram a ser mais restritivos no crédito na metade do ano passado.”

Os quatro maiores bancos do País emprestam para pessoas físicas, mas Santander e Bradesco estão mais expostos a elas, em especial em recortes de menor renda. O Itaú tem carteira fortemente ligada a segmentos mais afluentes da população, enquanto o Banco do Brasil se beneficia da baixa inadimplência no agronegócio. Esses dois bancos também têm uma conta bilionária da Americanas pendurada na carteira, mas em menor escala que a dos dois rivais.

Problemas à vista?

No setor financeiro e entre analistas, predomina a visão de que o caso Americanas não significa que outras grandes empresas terão problemas em série, aos moldes do que se viu na época da Lava Jato. Isso no curto prazo, porque a médio e longo prazos, a taxa de juros pode começar a pesar sobre as mais endividadas.

“Empresas que entraram neste momento com mais alavancagem terão um risco de deterioração se a Selic seguir mais alta por mais tempo”, disse Leão, do Santander. Segundo ele, o banco ainda não enxerga uma piora relevante no segmento de atacado para este ano, mas analisa com lupa os balanços.

Publicidade

Nesta semana, a agência de classificação de risco Fitch se debruçou sobre o tema, e chegou à conclusão de que há um efeito cascata, administrável, mas nem por isso menos negativo.

“As carteiras de crédito dos bancos poderiam ser negativamente influenciadas por problemas financeiros em outras companhias que concentravam negócios com a Americanas, como os fornecedores”, escreveram o diretor sênior de instituições financeiras, Claudio Gallina, e o diretor Raphael Nascimento. “Como resultado, os bancos podem reduzir as notas dessas companhias, o que poderia levá-los a eventuais provisões contra perdas, afetando negativamente a rentabilidade, embora este impacto deva ser limitado e administrável.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Oi ON (OIBR3)
Cotações
18/05/2026 20h43 (delay 15min)
Câmbio
18/05/2026 20h43 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Sem segredo: como a alta renda protege o patrimônio — e o que o investidor pode aprender com isso

  • 2

    O novo comportamento da alta renda: como a concentração de riqueza mudou os gastos dos mais ricos

  • 3

    Stablecoins não são moeda e não deveriam pagar IOF, diz especialista

  • 4

    46 fundos multimercados ignoram crise da categoria e rendem até 388% do CDI

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em queda com petróleo a US$ 112 e baixa da Vale (VALE3); dólar cai a R$ 4,99

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: alunos podem investir em outro título do Tesouro Direto, além do Tesouro Selic? Entenda
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: alunos podem investir em outro título do Tesouro Direto, além do Tesouro Selic? Entenda
Imagem principal sobre o Idosos superendividados: entenda como renegociar dívidas com conta de gás
Logo E-Investidor
Idosos superendividados: entenda como renegociar dívidas com conta de gás
Imagem principal sobre o Idosos devem ter esta idade para receber desconto na conta de água
Logo E-Investidor
Idosos devem ter esta idade para receber desconto na conta de água
Imagem principal sobre o Restituição do Imposto de Renda 2026: esta é a data do último lote do pagamento
Logo E-Investidor
Restituição do Imposto de Renda 2026: esta é a data do último lote do pagamento
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como famílias sem internet podem consultar o vale? Veja dicas
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como famílias sem internet podem consultar o vale? Veja dicas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: herdeiros são obrigados a declarar? Entenda a influência do valor da herança
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: herdeiros são obrigados a declarar? Entenda a influência do valor da herança
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: este é o horário limite para enviar a declaração sem atrasos
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: este é o horário limite para enviar a declaração sem atrasos
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos que investem no exterior devem declarar; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos que investem no exterior devem declarar; entenda como funciona
Últimas: Tempo Real
Volume em ações dispara na B3 e puxa diversificação com ETFs e BDRs
Tempo Real
Volume em ações dispara na B3 e puxa diversificação com ETFs e BDRs

ETFs operam com média diária acima de R$ 2 bilhões em 2026, enquanto BDRs avançam com fluxo estrangeiro e base de investidores segue em expansão

18/05/2026 | 20h21 | Por Crisley Santana
XP aprova dividendos a US$ 0,20 por ação; veja data de pagamento
Tempo Real
XP aprova dividendos a US$ 0,20 por ação; veja data de pagamento

Conselho de administração também autorizou novo programa de recompra, permitindo a companhia adquirir até R$ 1 bilhão em ações Classe A

18/05/2026 | 18h54 | Por Camila Vech
XP cresce, mas sem tração: lucro avança 7% e captação recua
Tempo Real
XP cresce, mas sem tração: lucro avança 7% e captação recua

Resultado ainda cresce com apoio da renda variável, mas queda na captação e recuo do ROE indicam perda de fôlego

18/05/2026 | 18h43 | Por Camila Vech
Mercado de ações movimenta R$ 2 trilhões nos primeiros quatro meses de 2026, informa B3
Tempo Real
Mercado de ações movimenta R$ 2 trilhões nos primeiros quatro meses de 2026, informa B3

Volume foi impulsionado pela forte presença de investidores estrangeiros e pela busca por diversificação global

18/05/2026 | 17h37 | Por Eduardo Puccioni

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador