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Arthur Hayes, ex-CEO da BitMEX, aponta qual será a criptomoeda escolhida pela IA

O empresário ainda explicou os motivos pelos quais acredita nesta teoria

Arthur Hayes, ex-CEO da BitMEX, aponta qual será a criptomoeda escolhida pela IA
Quem está por trás da carteira que acumulou US$ 3 bi em bitcoin em 3 meses? (Foto: Shutterstock)

Em um longo texto publicado no Substack, na última sexta-feira (07), Arthur Hayes, cofundador e ex-CEO da exchange de criptomoedas BitMEX, revelou que acredita que o bitcoin (BTC) será a criptomoeda escolhida pela inteligência artificial (IA) para suas atividades econômicas no futuro.

“O Bitcoin é a escolha lógica de moeda para qualquer IA. É puramente digital, resistente à censura, comprovadamente escasso e seu valor intrínseco é totalmente dependente do custo da eletricidade. Não há nada hoje que chegue perto de desafiar o Bitcoin nesses aspectos”, afirmou Hayes.

O empresário americano defendeu o argumento citando que o sistema financeiro tradicional é insustentável para economias movidas a IA, portanto, não haveria outra saída senão apostar nas moedas virtuais.

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Ele ainda afirmou que tais máquinas precisam usar um sistema de pagamentos digital baseado em blockchain que está disponível o tempo todo e é totalmente automatizado, diferente dos métodos atuais que dependem dos horários de trabalho das pessoas.

Para que qualquer moeda seja adequada para economias movidas a IA, Hayes explicou que elas devem ter um suprimento finito, ser resistentes à censura e tenham poder de compra de energia, por exemplo.

Ele também afirmou que as moedas dos governos – as mais tradicionais – têm uma oferta infinita em suas formas físicas e digitais, pois os governos controlam 100% de sua emissão.

A supervisão centralizada das moedas faz com que elas sejam censuradas, e seu valor seja colocado mais na política do governo do que em sua riqueza natural. Diferentemente das criptomoedas que têm um suprimento finito de 21 milhões de moedas, mas devido à sua rede descentralizada, o ativo é puramente digital e resistente à censura.

Leia o texto completo do empresário aqui.

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