Os dirigentes concordaram em reduzir o ritmo mensal da compra de ativos líquidos à luz da evolução da inflação e da melhoria adicional no mercado de trabalho, com uma diminuição de aquisições de US$ 20 bilhões para títulos do Tesouro e US$ 10 bilhões para aqueles ligados à hipotecas (MBS), destaca a ata. Segundo o documento, os participantes do encontro também avaliaram que reduções semelhantes no ritmo de compras provavelmente seriam apropriadas nos meses subsequentes, de forma que o tapering termine em meados de março.
O documento lembra que sob a perspectiva do Comitê do Fed, o fim do processo ocorreria assim alguns meses antes do que o previsto na reunião anterior. Os dirigentes também notaram que as compras em curso de ativos do Fed e as detenções de títulos “continuariam a promover o funcionamento regular do mercado e as condições financeiras acomodatícias, apoiando assim o fluxo de crédito”, diz a ata. Além disso, os membros da reunião observaram que a autoridade estava preparada para ajustar o ritmo das compras em caso de mudanças na perspectiva econômica, e que era importante manter a “flexibilidade para ajustar a postura da política conforme apropriado”, segundo o documento.