Para o time de Research da corretora, os problemas das carteiras de Agro e de micro e pequenas empresas (MPMEs) do Banco do Brasil sinalizam uma “deterioração gradual” aos prêmios de Brasilseg.
Na Brasilprev, a estimativa é de que os próximos trimestres ainda devam ser de “ajustes”, devido ao impacto do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aportes adicionais em VGBL a partir de R$ 300 mil em 2025 e de R$ 600 mil em 2026.
“Na BB Corretora, há impactos negativos desta medida, mas também espaço para melhora sequencial diante da expectativa de maior atividade no mercado de capitais”, pondera a Ativa.
Para a casa, após revisão, o guidance de 2025 segue factível e o payout deve permanecer em torno de 90%, sustentando dividend yield acima de 10%. “Importante notarmos que a queda dos juros deve reduzir a contribuição do resultado financeiro a partir de 2026”, prevê.
Assim, diante de um case que combina curto prazo resiliente com médio prazo desafiador, a Ativa mantém a recomendação neutra para BB Seguridade, mas reduz o preço-alvo de R$ 42,10 para R$ 39, o que ainda representa uma valorização de 17,2%, ante o fechamento desta terça-feira.