O Rask da Azul ficou em R$ 42,61 centavos entre julho e setembro, nível recorde para um terceiro trimestre. O resultado representa alta anual de 0,6% e trimestral de 12,2%. Com isso, ficou 3,3 pontos porcentuais maior do que o projetado pelo Goldman Sachs.
A margem Ebitda da companhia atingiu 32,2%, estável ante um ano antes. Contudo, representa alta trimestral de 7 pontos porcentuais, enquanto superou as estimativas do GS também em 3,3 pontos porcentuais.
As margens do terceiro trimestre implicam em uma margem de cerca de 30,9% em uma taxa de execução anualizada, segundo os analistas do Goldman Sachs, Bruno Amorim e João Frizo.
O banco mantém a recomendação neutra para Azul à medida que continua a preferir a panamenha Copa e a Latam dentro da cobertura de aéreas. O preço-alvo estipulado para as ações ON é de R$ 6,80, potencial alta de 30,8% ante o último fechamento, na quarta-feira (13).