O Citi pontua que, de acordo com dados do Federal Reserve, os ativos em dinheiro devem diminuir nas próximas semanas, mas ainda assim as reservas vão permanecer elevadas, “se não aumentarem ainda mais”, à medida que a facilidade de recompra de títulos para vendê-los por preços reajustados vai se esgotando e os bancos passam a buscar outras fontes de liquidez.
Impulsionado pelo crédito imobiliário, os bancos ampliaram em US$ 12,7 bilhões seus empréstimos na última semana, feitos os ajustes sazonais. “Embora não consideremos muito uma mudança de uma semana, as recentes descidas acentuadas nas taxas hipotecárias e a flexibilização geral das condições financeiras poderão impulsionar o mercado imobiliário, o que também se refletirá num maior número de empréstimos imobiliários residenciais nos balanços dos bancos. Em geral, porém, na ausência de cortes drásticos nas taxas de juro por parte da Fed este ano, o crescimento dos empréstimos poderá permanecer lento”, observa a instituição.