“Não olhamos o rating da emissão como algo fixo. É algo que pode mudar. Nossa curadoria inclui imaginar como aquele crédito vai ser pago em dois, três anos, qual a capacidade de financiamento e quais tipos de problemas o setor ou a empresa podem ter. Isso é com o que mais gastamos tempo”, disse Santos, durante participação em painel no Smart Summit, evento promovido pela InvestSmart. “Só porque o rating é excelente não quer dizer que vou comprar qualquer coisa, não é isso que faz minha seleção.”
O executivo diz que, na BNP Paribas Asset, a carteira é relativamente concentrada e com ativos de duração entre três e quatro anos. O que tem chamado a atenção, segundo Santos, são empresas dos setores não cíclicos.