Segundo o grupo de analistas, a revisão se apoia em três fatores. O primeiro é a melhora das margens de curto prazo, reflexo do “momento favorável” do mercado. O segundo é o ajuste positivo, ainda que leve, no cenário de médio e longo prazos. E o terceiro é a queda do custo médio ponderado de capital (WACC) para 12,1% em Vibra (antes 12,3%) e 12,2% em Ultrapar (antes 12,4%), após a redução da taxa livre de risco de 4,3% para 4,0%.
O banco prevê margens robustas no terceiro trimestre de 2025, sustentadas pelo prêmio do diesel importado sobre o produto vendido pela Petrobras, que chegou a cerca de R$ 350 por m³ em julho, e por um balanço de oferta e demanda mais apertado.
O BofA acrescenta que eventual medida de um governo Donald Trump contra compradores de derivados russos pode reforçar as margens das empresas brasileiras.
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