As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, 9, à medida que ações de defesa voltaram a ganhar força diante de riscos geopolíticos e também na esteira de dados que mostraram leve aceleração da inflação chinesa.
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As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, 9, à medida que ações de defesa voltaram a ganhar força diante de riscos geopolíticos e também na esteira de dados que mostraram leve aceleração da inflação chinesa.
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O índice japonês Nikkei subiu 1,61% em Tóquio, a 51.939,89 pontos, em parte impulsionado por empresas de defesa como IHI Corp (+3,32%) e Kawasaki Heavy Industries (+3,17%).
Papéis de defesa também se destacaram no mercado sul-coreano: a Hanwha Aerospace disparou 11,38%, enquanto a Poongsan e a Korea Aerospace tiveram sólidos ganhos de 6,05% e 4,90%, respectivamente. Como resultado, o índice Kospi avançou 0,75% em Seul, a 4.586,32 pontos, renovando máxima histórica pelo sexto pregão consecutivo.
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Por trás do rali de ações de defesa estão a operação militar dos EUA que derrubou o ex-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, renovadas pressões de Washington para assumir o controle da Groenlândia e planos do presidente Donald Trump de ampliar os gastos militares da Casa Branca em 50% em 2027, para US$ 1,5 trilhão.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng subiu 0,32% em Hong Kong, a 26.231,79 pontos, enquanto o Taiex caiu 0,24% em Taiwan, a 30.288,96 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto avançou 0,92%, a 4.120,43 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto garantiu alta de 1,34%, a 2.660,05 pontos. A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) chinês acelerou levemente em dezembro, a 0,8%%, ante 0,7% em novembro, vindo em linha com a previsão de analistas consultados pelo The Wall Street Journal.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou praticamente estável, com baixa marginal de 0,03% do S&P/ASX 200, a 8.717,80 pontos. A gigante de mineração Rio Tinto, porém, tombou 6,27% em Sydney, após revelar que retomou negociações com a Glencore para um possível acordo de fusão.
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*Com informações do Broadcast (Sergio Caldas)
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