• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Bolsas de NY fecham em baixa

Por E-Investidor

07/03/2022 | 18:21 Atualização: 07/03/2022 | 18:21

As bolsas de Nova York fecharam em baixa hoje, em sessão marcada pelas repercussões da guerra na Ucrânia, incluindo um potencial embargo aos hidrocarbonetos russos. A perspectiva de petróleo mais caro e uma possível estagflação global pesou nos mercados, enquanto analistas buscam avaliar os impactos para as ações. O avanço nos preços pode pesar ainda mais nas pressões inflacionárias, levando a uma reação mais agressiva do Federal Reserve (Fed).

Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O índice Dow Jones caiu 2,37%, a 32.817,38 pontos, o S&P 500 cedeu 2,95%, a 4.201,09 pontos, e o Nasdaq teve baixa de 3,62%, a 12.830,96 pontos.

Segundo Edward Moya, analista da Oanda, as ações estenderam quedas depois que um projeto de lei bipartidário no Congresso americano ganhou impulso para proibir as importações de energia da Rússia e que uma terceira rodada de negociações entre Rússia e Ucrânia não rendeu grande avanço. A Capital Economics lembra que os choques do petróleo causaram problemas para o mercado de ações no passado. O caso da guerra Iraque-Kuwait da década de 1990 mostrou a rapidez com que o sentimento dos investidores pode se deteriorar – e até que ponto as ações podem cair – após um forte choque no fornecimento de petróleo causado por eventos geopolíticos, aponta.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Na ocasião, o S&P 500 recuou 15% após a invasão do Kuwait, que foi acompanhada por uma alta de 100% nos preços do barril. “Com a inflação já alta, qualquer coisa que contribua para isso pode fazer com que o Fed tenha que apertar um pouco mais para trazê-la de volta ao controle, assim como fez no início dos anos 80. Isso significou sérios problemas para o mercado de ações”, avalia a Capital Economics. O UBS também vê a possibilidade de um cenário mais pessimista para as ações, com menor expectativa para lucros corporativos e riscos geopolíticos elevados, um quadro no qual a meta para o S&P 500 é de 3.700 pontos, cerca de 15% abaixo dos níveis atuais.

Entre as empresas, ações de tecnologia estiveram entre algumas das principais perdas, com destaque para Meta (-6,29%) e Amazon (-5,62%). A Moderna seguiu sua trajetória recente de queda, acompanhando o abrandamento da pandemia, e recuou 7,33%. Por outro lado, observando o barril, algumas petroleiras subiram, caso de Chevron (+2,14%) e ExxonMobil (+3,60%).

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Cotações
04/02/2026 18h27 (delay 15min)
Câmbio
04/02/2026 18h27 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro, enquanto Caixa Seguridade, Itaúsa e Petrobras ganham peso

  • 2

    Regulamentação de criptomoedas entra em vigor

  • 3

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

  • 4

    Dow Jones hoje em tempo real: veja a cotação agora e o que está mexendo com Wall Street

  • 5

    O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Imagem principal sobre o O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Logo E-Investidor
O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Imagem principal sobre o INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Logo E-Investidor
INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Últimas: Tempo Real
Bitcoin recua aos US$ 73 mil, com investidores especulando nível de suporte dos preços
Tempo Real
Bitcoin recua aos US$ 73 mil, com investidores especulando nível de suporte dos preços

O movimento foi desencadeado pela indicação do novo presidente do Federal Reserve Kevin Warsh

04/02/2026 | 17h58 | Por Matheus Andrade
Bolsas da Europa fecham majoritariamente em alta com balanços, fusões e indicadores locais
Tempo Real
Bolsas da Europa fecham majoritariamente em alta com balanços, fusões e indicadores locais

No noticiário macroeconômico, dados mostraram desaceleração da inflação ao consumidor na zona do euro, abaixo do esperado, afastando-se da meta

04/02/2026 | 16h45 | Por Pedro Lima
BTG vê aumento de capital da Hypera (HYPE3) como “desalavancagem amarga” e faz um alerta
Tempo Real
BTG vê aumento de capital da Hypera (HYPE3) como “desalavancagem amarga” e faz um alerta

Captação de até R$ 1,5 bilhão deve reduzir pouco a alavancagem, diluir minoritários em cerca de 10% e não resolve limitações do balanço para M&A

04/02/2026 | 15h57 | Por Wilian Miron
BB-BI vê fôlego limitado para avanço da rentabilidade e rebaixa Santander (SANB11)
Tempo Real
BB-BI vê fôlego limitado para avanço da rentabilidade e rebaixa Santander (SANB11)

Apesar de elevar preço-alvo, banco aponta estagnação do RoE, pressão na margem e normalização lenta da inadimplência

04/02/2026 | 15h47 | Por Cecília Mayrink

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador