Às 6h45 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 operava em alta de 0,77%, em 410,47 pontos.
Na agenda da Ásia, dados da China vieram melhores que o previsto por analistas, o que pode ajudar o humor dos investidores. A produção industrial do país avançou 0,7% em maio, na comparação anual, quando analistas previam queda de 1,0%, e a queda nas vendas do varejo foi menor que o esperado.
No próprio continente, recebe destaque a reunião de emergência de hoje do BCE, anunciada mais cedo. A Capital Economics diz que o banco central deve ao menos reforçar que impedirá fragmentação no mercado de bônus. O Morgan Stanley traça alguns cenários possíveis, entre eles o potencial anúncio de um instrumento específico para evitar esse problema, após avanços recentes dos juros dos bônus da dívida da chamada periferia da zona do euro, como Grécia e Itália. Caso a diferença entre esses retornos e os da Alemanha se torne excessiva, isso atrapalha a transmissão da política monetária e poderia de fato provocar esse risco de fragmentação.
Na agenda do dia, à tarde, o destaque será a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), com ampla expectativa por mais aperto monetário nos EUA para conter a inflação.
Às 6h48, a Bolsa de Londres subia 1,39%, Frankfurt avançava 1,37% e Paris tinha alta de 1,23%. Milão operava em alta de 2,92% e Lisboa subia 0,91%. No câmbio, o euro se valorizava a US$ 1,0483, apoiado pela notícia da reunião do BCE, e a libra tinha alta a US$ 1,2077.