O ADTV da B3 caiu 12% na comparação anual e 11% na comparação mensal, informou a empresa em fato relevante, indo para R$ 22,5 bilhões. Diante disso, os analistas Eduardo Rosman, Thiago Paura e Ricardo Buchpiguel, do BTG Pactual, esperam que os volumes do primeiro trimestre de 2024 sejam de R$ 25 bilhões, com os de 2024 e de 2025 ficando cerca de 7% abaixo das estimativas iniciais feitas pela casa.
A recomendação é neutra para o papel, e o BTG destacou preferência por nomes como XP, BR Partners, Vinci Partners e Patria Investimentos. Apesar disso, mesmo sem prever um momento exato, o banco acredita que, “após a recente liquidação, a B3 poderia ser uma forma direta e altamente líquida de melhorar o beta do Brasil no caso de uma melhoria no apetite ao risco”.
O novo preço-alvo, de R$ 16, representa potencial valorização de 28,2% sobre o fechamento da última segunda-feira (26).