• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Campos Neto nega divergências com Guedes e reforça preocupação comum com fiscal

Por E-Investidor

27/11/2020 | 8:07 Atualização: 27/11/2020 | 8:07

(Reuters) – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, negou na quinta-feira ter divergências com o ministro da Economia e afirmou que sua preocupação com a importância de o país passar a mensagem de disciplina fiscal está em linha com o pensamento do próprio Paulo Guedes e de sua equipe.

Leia mais:
  • Como o Hotel Urbano consegue preços tão baixos
  • Pix vira ameaça: Qual o interesse de bancos em comprar ou vender empresas de maquininhas?
  • Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Nós temos um pensamento muito parecido”, afirmou Campos Neto em entrevista ao SBT veiculada na noite da véspera, um dia depois de Guedes tê-lo criticado por comentários de que o país precisa de um plano que indique aos investidores preocupação com a trajetória da dívida.

Na noite de quarta-feira, Guedes disse a jornalistas que o presidente do BC deveria ser questionado se tem um plano melhor para o país. “Pergunta qual o plano dele para recuperar a credibilidade. O plano nós já sabemos qual é, nós já temos”, disse o ministro.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Eu estava ecoando uma preocupação que havia sido dita pelo ministro, que é uma preocupação de que não podemos achar uma saída que seja uma saída que gere um gasto fiscal permanente, que gere um gasto fiscal alto”, disse Campos Neto. “É importante estar dentro do teto de gastos. É importante passar uma mensagem de disciplina fiscal.”

Campos Neto disse que havia conversado na manhã de quinta com Guedes sobre o episódio.

Questionado também sobre fala recente do ministro de que o país poderia sofrer hiperinflação se não lidasse com a questão fiscal, Campos Neto disse que a frase pode ter sido tirada de contexto, mas que, de fato, haveria o risco de uma “desorganização de preços”, com desvalorização adicional do câmbio, aumento da curva de juros e do prêmio de risco.

“A gente pode interpretar que se, de fato, a gente não conseguir aplicar um sistema de disciplina fiscal em que a gente tem uma convergência da dívida no longo prazo… nós podemos, sim, caminhar para uma desorganização de preços”, disse.

Publicidade

Sobre inflação, o presidente do BC reiterou avaliação de que a pressão recente é resultado de componentes que tendem a ser passageiros: a desvalorização do câmbio, aliada a um aumento dos preços das commodities; uma elevação dos preços da alimentação em domicílio, como resultado do isolamento social; e pagamento do auxílio emergencial.

Ele destacou que os preços de commodities como milho e soja já começaram a recuar e também chamou atenção para a valorização recente do câmbio. “O câmbio também, chegou a bater em 5,70 (reais por dólar), 5,80, voltou aí para a faixa de 5,30-5,35, a gente observa isso, sempre lembrando que o câmbio é flutuante.”

Campos Neto também repetiu que o BC está pronto para atuar no câmbio se houver disfuncionalidade no mercado no final do ano, em meio a fluxos relacionados ao desmonte de posições de “overhedge” ou de saída de recursos de estatais voltados a compra de ativos no exterior.

O presidente do BC destacou que o processo de desvalorização do câmbio neste governo teve fases diferentes. Inicialmente, o movimento se deu em meio a uma queda dos prêmios de risco, com empresas optando por trocar dívida em dólar por dívida doméstica. Em um segundo momento, o real sentiu os efeitos da valorização global da divisa norte-americana e, em seguida, se descolou, sofrendo perdas maiores, afirmou Campos Neto.

Publicidade

“É uma fase que, na verdade, está espelhando um prêmio de risco maior, que em grande parte é o fiscal”, disse.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Conteúdo E-Investidor
  • Paulo Guedes
  • Roberto Campos Neto
Cotações
10/05/2026 12h41 (delay 15min)
Câmbio
10/05/2026 12h41 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa sobe com payroll forte, apesar de tensão no Oriente Médio; dólar cai a R$ 4,89

  • 2

    Os 7 hábitos das famílias mais ricas do mundo para ter sucesso, segundo o JPMorgan

  • 3

    Bancos intensificam guerra por clientes com pontos no cartão; compare benefícios e veja qual vale mais

  • 4

    Ações do Magazine Luiza (MGLU3) despencam após balanço e mercado se divide sobre recuperação

  • 5

    IR 2026: veja até quando declarar para concorrer ao 1º lote de restituição

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos: como evitar o golpe do bilhete premiado?
Logo E-Investidor
Idosos: como evitar o golpe do bilhete premiado?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: quanto R$ 1.000 rende na conta poupança do aluno?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: quanto R$ 1.000 rende na conta poupança do aluno?
Imagem principal sobre o FGTS: quem vai se aposentar pode sacar todas as contas com saldo? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
FGTS: quem vai se aposentar pode sacar todas as contas com saldo? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 70 anos têm direito ao transporte gratuito? Saiba como funciona para esta faixa etária
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 70 anos têm direito ao transporte gratuito? Saiba como funciona para esta faixa etária
Imagem principal sobre o Idosos podem economizar na conta de luz: como funciona o desconto de 100% na fatura?
Logo E-Investidor
Idosos podem economizar na conta de luz: como funciona o desconto de 100% na fatura?
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos e com 80 anos não têm a mesma prioridade no atendimento preferencial; veja como funciona
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos e com 80 anos não têm a mesma prioridade no atendimento preferencial; veja como funciona
Imagem principal sobre o 3 estratégias para você acumular riqueza e mudar a vida financeira
Logo E-Investidor
3 estratégias para você acumular riqueza e mudar a vida financeira
Imagem principal sobre o Quem mora com idosos pode ter desconto na conta de água; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Quem mora com idosos pode ter desconto na conta de água; entenda como funciona
Últimas: Tempo Real
Dividendos da semana: Caixa Seguridade, Alpargatas e Ânima lideram pagamentos entre 11 e 15 de maio
Tempo Real
Dividendos da semana: Caixa Seguridade, Alpargatas e Ânima lideram pagamentos entre 11 e 15 de maio

A segunda semana de maio concentra pagamentos de dividendos e JCP de companhias dos setores de seguros, educação, saneamento, agronegócio, consumo e imóveis, com destaque para Caixa Seguridade (CXSE3), Alpargatas (ALPA3 e ALPA4) e Ânima (ANIM3)

10/05/2026 | 09h00 | Por Isabela Ortiz
Calendário econômico da semana: CPI dos EUA, inflação no Brasil e PIB europeu movimentam os mercados
Tempo Real
Calendário econômico da semana: CPI dos EUA, inflação no Brasil e PIB europeu movimentam os mercados

Agenda entre 11 e 15 de maio traz dados de inflação, atividade e varejo nos Estados Unidos, Europa, China e Brasil, além de discursos de dirigentes do Fed e do BCE

10/05/2026 | 09h00 | Por Isabela Ortiz
Copasa (CSMG3) vê lucro líquido do 1T26 cair 14% mesmo com alta tarifária
Tempo Real
Copasa (CSMG3) vê lucro líquido do 1T26 cair 14% mesmo com alta tarifária

Receita cresce com reajuste, mas custos maiores e piora no resultado financeiro pressionam margens

08/05/2026 | 22h13 | Por Amélia Alves
Fertilizantes Heringer (FHER3): lucro líquido cai 75,5% no 1T26 com recuo no volume de vendas
Tempo Real
Fertilizantes Heringer (FHER3): lucro líquido cai 75,5% no 1T26 com recuo no volume de vendas

Apesar de tombo no lucro e receita menor, empresa aposta em produtos premium para compensar queda no volume de vendas

08/05/2026 | 19h40 | Por Redação Broadcast

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador