Os analistas do banco Rogerio Araújo, Gabriel Frazão e João Andrade calculam que a primeira oferta da CCR (R$ 1,45 bilhão) concederia uma TIR de 1,3 ponto porcentual acima de sua oferta final. A Rota Sorocabana aumentará a relação dívida líquida sobre lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (dívida líquida/Ebitda) da CCR, segundo estimativas dos profissionais, em 0,1 a 0,2 vez, atingindo um pico de 3,2 vezes até 2026.
“Observamos que a alavancagem da CCR permanecerá abaixo do limite autoimposto pela empresa de 3,5 vezes, abrindo espaço para leilões incrementais (incluindo a renegociação do contrato MSVia)”, destacam.
O preço-alvo do BofA para os papéis da CCR (CCRO3) é de R$ 14,50, o que representa um potencial de valorização de 19,14% sobre o fechamento de ontem (30).