Entre os mercados desenvolvidos, os resultados das urnas não costumam alterar significativamente as perspectivas para os negócios acionários, de acordo com a análise. A volatilidade tende a aumentar perto do dia da votação, mas logo em seguida as ações retomam a trajetória ascendente, segundo estudo que analisou 134 eleições em 17 países.
O banco acrescenta que as bolsas geralmente caem quando os pleitos levam a uma mudança de governo e têm desempenho melhor quando há continuidade. “Contudo, após uma eleição de mudança, as ações tendem a se recuperar num horizonte mais longo, potencialmente à medida que os mercados se ajustam a um novo cenário político”, pondera.
Entre emergentes, o Citi identifica uma enfraquecimento dos mercados de ações às vésperas da eleição e uma consequente retomada no período posterior. Neste caso, diferentemente dos desenvolvidos, não há muito efeito negativo de pleitos que levam à mudança de poder, destaca.