Em relatório, o Citi destaca a recente valorização do real, com o dólar cotado a cerca de R$ 5,30, e que a apreciação de 16% da moeda brasileira em relação ao final de 2024 é resultado principalmente de fatores globais, como a desvalorização do índice DXY, que caiu de 108 para 98. O banco aponta que o desempenho do real mantém alguma paridade com o de moedas de mercados emergentes.
Apesar disso, o fortalecimento da moeda brasileira, junto à robusta demanda doméstica, está impulsionando as importações, segundo o Citi, o que reduz o superávit comercial e amplia o déficit em conta corrente para 3,5% do PIB.
Este percentual é maior que a média histórica de 2,3% do PIB registrada desde 1995, e não é totalmente coberto pelos Investimentos Diretos no País, que atualmente representam 3,2% do PIB.
“O declínio recente nos preços de commodities é outro elemento que intensifica o déficit em conta corrente, o que nos leva a ver as contas externas restringindo apreciação adicional do real”, diz o Citi.
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