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Cobre fecha em alta impulsionado por dólar enfraquecido após payroll

A leitura do payroll veio com um número bem abaixo do esperado para a criação de vagas no país

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Foto: Pixabay

(Estadão Conteúdo) – Os contratos futuros de cobre fecharam em alta hoje (3), em sessão marcada pela publicação dos dados de emprego nos Estados Unidos em agosto. A leitura do payroll com um número bem abaixo do esperado para a criação de vagas no país reforçou a expectativa da manutenção de estímulos do Federal Reserve (Fed) por mais tempo, o que pressionou o dólar, e impulsionou as commodities cotadas na moeda americana.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para dezembro subiu 0,70%, a US$ 4,3340 por libra-peso. Na comparação semanal, houve aumento de 0,05%. Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses avançava 1,00%, a US$ 9.470,00 por tonelada, com ganho de 0,50% na semana.

A leitura de hoje informou a criação de 235 mil postos de trabalho nos EUA em agosto, bem abaixo dos 750 mil esperados para o mês. A Capital Economics afirma que o resultado tira qualquer possibilidade de anúncio da redução dos estímulos após a reunião de setembro do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed e, “se a fraqueza persistir, a decisão pode ser adiada para o ano que vem”.

No noticiário, o Commerzbank destaca as movimentações do governo russo pelo fim de uma tarifa sobre metais básicos no país. O banco alemão aponta, a partir de declarações de autoridades locais, que Moscou não deve renovar uma tarifa sobre suas exportações de aço e metais básicos ao longo do próximo ano. O Commerzbank cita informação da S&P Global Platts, porém, de que fontes no setor esperam que o governo substitua a tarifa de exportação por um imposto mais alto para a extração de minérios, o que poderia começar a vigorar já em 2022.

Entre outros metais negociados na LME, a tonelada do alumínio subiu 1,41%, a US$ 2.733,00, a do níquel ganhou 2,11%, a US$ 19.875,00, a do chumbo recuou 0,74%, a US$ 2.295,50, a do estanho teve queda de 0,34%, a US$ 33.385,00, e a do zinco avançou 0,67%, a US$ 2.999,00.

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