Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para março recuou 1,76%, a US$ 4,1825 por libra-peso, enquanto a tonelada do metal para três meses na London Metal Exchange (LME) às 15h05 (horário de Brasília) era negociada em queda de 1,65%, a US$ 9256,50.
A produção industrial na China cresceu 3,8% na comparação anual de novembro, ante expansão de 3,5% em outubro, enquanto os investimentos fixos em ativos, as vendas no varejo e de moradias chinesas desaceleraram. Como resultado, os metais industriais operaram pressionados, e o “fato de os participantes do mercado esperarem que o governo chinês tome medidas para fortalecer a economia é provavelmente a razão pela qual as perdas não são ainda maiores”, aponta o Commerzbank.
Avaliando os dados da indústria chinesa, a Pantheon Macroeconomics aponta que “no primeiro mês completo de fornecimento ininterrupto de energia, houve um aumento da produção industrial, embora em níveis ainda modestos”. Segundo a análise, os limites de emissões de poluentes no país ainda parecem pesar sobre a produção intensiva de energia, como metais e produtos químicos. “Dados de dezembro sugerem que é provável uma desaceleração nos dados do último mês. Surtos de covid-19 forçaram o fechamento de fábricas na província de Zhejiang e os controles de poluição levaram ao fechamento de áreas industriais do país”, projeta a consultoria.
Entre outros metais negociados na LME, a tonelada do alumínio caia 1,12%, a US$ 2599,00, a do níquel recuava 1,82%, a US$ 19130,00, a do chumbo ganhava 0,83%, a US$ 2303,50 a do zinco tinha baixa de 0,39%, a US$ 3291,50, e a do estanho caia 1,36%, a US$ 38075,00.