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Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para setembro encerrou a sessão em baixa de 0,20%, a US$ 3,4080 a libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), por volta das 14h35 (de Brasília), o cobre para três meses caía 0,31%, a US$ 7.601,00 por tonelada. Ambos os contratos chegaram a tocar os menores níveis desde novembro de 2020.
“Com recessão como o agora foco dominante, o foco em questões estruturais de oferta diminuíram, mas não desapareceram”, explica o estrategista de commodities Ole Hansen, do Saxo Bank.
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Embora os indicadores divulgados hoje ainda tenham mostrado resiliência na economia dos EUA, investidores continuam preocupados com as perspectivas para a atividade. O temor principal é de que a postura firme de bancos centrais contra a inflação provoque uma acentuada contração das economias.
O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) de serviços dos EUA caiu a 53,9 em junho, segundo cálculo da S&P Global. O mesmo indicador medido pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) cedeu de 55,9 a 55,3 no período.
Já a abertura de postos de trabalho caiu a 11,254 milhões em maio, mas o dado de abril foi revisado de 11,40 milhões a 11,68 milhões. “A leitura reitera a força do mercado de trabalho e é um fator que contribui para que o Federal Reserve (Fed) continue a remover a acomodação de forma agressiva”, avalia o BMO Capital Markets.
Diante disso, o dólar se fortaleceu e o índice DXY – que mede a divisa americana ante seis rivais fortes – subiu aos maiores níveis desde 2002, conforme relatado pelo Western Union. O dólar mais forte tende a pressionar commodities, ao torná-las mais caras para detentores de outras divisas e, assim, menos atraente.
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Entre outros metais negociados na LME, no horário citado acima, a tonelada do alumínio avançava 1,46%, a US$ 2.403,50; a do chumbo ganhava 3,02%, a US$ 1.994,00; a do níquel recuava 4,11%, a US$ 21.720,00; a do estanho perdia 3,56%, a US$ 24.760,00; a do zinco avançava 0,42%, a US$ 3.019,50.
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