O presidente dos EUA, Donald Trump, elevou a pressão ao enviar um porta-aviões e outros ativos militares ao Golfo Pérsico e sugerir que Washington poderia atacar o Irã diante da morte de manifestantes ou de eventuais execuções em massa. Um segundo porta-aviões está na costa do Marrocos, possivelmente a caminho do Mediterrâneo oriental.
O mercado repercute ainda a ata da última reunião do Fedederal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) que mostrou que vários dirigentes afirmaram que cortes de juros podem ser apropriados se a inflação convergir para a meta de 2%, mas a maioria alertou que esse progresso pode ser lento.
Esse sinal apoiou o dólar ante seus pares fortes na véspera e pode estar ecoando ainda na precificação global da divisa americana. No radar estão os dados de PIB dos EUA e de inflação PCE, que devem ser divulgados amanhã.
No Brasil, a atenção dos investidores fica concentrado no índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-Br) que fechou, em 2025, com alta de 2,45% em comparação a 2024. Considerando a métrica acumulada em 12 meses, o resultado representou uma aceleração em relação ao mesmo período até novembro, quando o avanço era de 2,39%.
Com informações de Marianna Gualter, Silvana Rocha e Pedro Lima, do Broadcast*