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Dólar hoje volta a superar R$ 5,55 com juros dos EUA no radar

Às 15h, a moeda americana avançava 1,76%, sendo comercializada a R$ 5,577; no cenário doméstico, investidores focam no Copom

Por Murilo Melo

22/08/2024 | 15:27 Atualização: 22/08/2024 | 15:27

Nota de dólar. Foto: Adobe Stock
Nota de dólar. Foto: Adobe Stock

O dólar hoje subiu 1,76%, cotado a R$ 5,577. A alta desta quinta-feira (22) trata-se de um comportamento global, enquanto os investidores mantêm o foco na trajetória das taxas de juros e nos indicadores econômicos dos Estados Unidos.

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Os pedidos de auxílio-desemprego aumentaram para 232 mil na semana encerrada em 17 de agosto, frente à expectativa de 230 mil, segundo analistas consultados pela Reuters. Na semana anterior, o número de pedidos foi de 228 mil.

Esse resultado reforça a percepção de enfraquecimento do mercado de trabalho, após uma revisão no dia anterior mostrar que os Estados Unidos criaram 818 mil empregos a menos do que o informado inicialmente nos 12 meses até março.

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Além disso, o setor empresarial desacelerou para seu nível mais baixo em quatro meses em agosto, com as empresas enfrentando dificuldades para repassar os custos mais altos aos consumidores, de acordo com o PMI (índice de gerentes de compras, na sigla em inglês) da S&P Global.

O indicador registrou 54,1, ligeiramente abaixo dos 54,3 de julho, mas ainda acima de 50, o que indica expansão. Esse dado reforça a expectativa de que a inflação continuará em uma tendência de queda nos próximos meses.

O Federal Reserve (Fed,o banco central dos EUA) possui um duplo mandato, ou seja, monitora atentamente os dados de inflação e emprego. O objetivo é alcançar o chamado “pouso suave”, onde a inflação converge para a meta sem causar grandes impactos no emprego.

A meta de inflação é de 2%, e as últimas leituras indicam uma desaceleração no aumento dos preços. Além disso, as preocupações com o desemprego têm gerado uma ansiedade adicional sobre o início do ciclo de afrouxamento monetário nos EUA.

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O Fed divulgou, na quarta-feira (21), a ata da reunião de julho, na qual decidiu manter a taxa de juros inalterada entre 5,25% e 5,50%.

O documento indicou que a maioria dos membros do Comitê de Política Monetária está inclinada a cortar a taxa de juros a partir da próxima reunião, marcada para setembro, “se os dados permanecerem dentro das expectativas”.

Vários membros, inclusive, demonstraram disposição para um corte já na reunião passada. O documento também revelou que os diretores consideraram a taxa restritiva, argumentando que, com a contínua desaceleração das pressões inflacionárias, nenhuma mudança nos juros poderia acentuar a desaceleração econômica.

Os operadores de mercado estão confiantes de que a flexibilização começará na próxima reunião, em setembro. Atualmente, 72% dos investidores apostam em uma redução de 0,25 ponto percentual, enquanto 28% acreditam em um corte maior, de 0,50 ponto, segundo a ferramenta CME FedWatch.

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As apostas em um afrouxamento mais gradual faziam os rendimentos dos Treasuries, os títulos do Tesouro americano, subirem. O rendimento do Treasury de dois anos — que reflete expectativas sobre as taxas de juros de curto prazo — aumentava 0,06 ponto percentual, chegando a 3,98%.

À medida que os rendimentos dos Treasuries sobem, o dólar se torna mais atraente em comparação com ativos de maior risco, reduzindo o apetite por moedas de mercados emergentes, como o Brasil.

Jerome Powell, presidente do Fed, fará um discurso nesta sexta-feira (23). A expectativa é que ele ofereça pistas sobre os planos do banco central para a reunião do próximo mês.

Investidores buscam sinais do Copom

No cenário doméstico, as atenções se voltam para o Banco Central do Brasil, com os investidores buscando sinais de como o Comitê de Política Monetária (Copom) pode agir na próxima reunião, também em setembro.

O diretor de Política Monetária e principal candidato à presidência do Banco Central, Gabriel Galípolo, participa do 32º Congresso & Expo Fenabrave, em São Paulo, na tarde de hoje

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A curva de juros brasileira mostrava nesta manhã uma alta na Selic, atualmente em 10,50% ao ano, com a taxa do DI para janeiro de 2025 — que reflete a política monetária de curto prazo — subindo para 10,835%, um aumento de 0,10 ponto percentual.

Ontem, o dólar fechou com uma leve queda de 0,08%, cotado a R$ 5,481, enquanto a Bolsa brasileira registrou um novo recorde histórico pelo terceiro pregão consecutivo, com alta de 0,28%, atingindo 136.463 pontos.

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