O dólar hoje fechou no campo negativo, com os investidores atentos à divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC). A divisa americana cedeu 0,18%, a R$ 5,25 na venda.
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O dólar hoje fechou no campo negativo, com os investidores atentos à divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC). A divisa americana cedeu 0,18%, a R$ 5,25 na venda.
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O documento reforçou a intenção do BC de dar início aos cortes da Selic na reunião de março, mas destacou que o ritmo e a duração do ciclo dependerão dos dados e das projeções, com o balanço de riscos para a inflação ainda elevado no horizonte mais longo.
“Entendemos que começar com um corte de 0,25 pontos percentuais faça sentido, mas acho que os próximos dados econômicos vão ser fundamentais para esse ajuste e entender exatamente o início do ciclo de cortes”, diz Julio Barros, economista do Daycoval.
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Nos Estados Unidos, as atenções estão voltadas para o encontro entre os presidentes do país, Donald Trump, e da Colômbia, Gustavo Petro, na Casa Branca. O discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) de Richmond, Tom Barkin, também foi monitorado.
Barkin sugeriu que a incerteza está se dissipando no início de 2026 e que a economia permanece “notavelmente resiliente”, em discurso preparado para o evento SC First Steps, nesta terça-feira. Segundo ele, é “fácil” culpar o efeito único das tarifas ou atrasos na medição dos custos de abrigo em relação às pressões inflacionárias. Mas o dirigente disse que leva o desvio inflacionário “a sério”.
A divulgação do relatório Jolts de criação de vagas, prevista para hoje, foi adiada para 19 de fevereiro devido à paralisação parcial do governo, após a publicação do relatório oficial de empregos, o payroll, também ter sido postergada.
Sobre a paralisação parcial do governo, Trump enfatizou que assinará um acordo de financiamento “imediatamente, assim que chegar em minha mesa”. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu “negociações justas e equitativas” com os EUA, um sinal de que o país persa poderá participar das negociações propostas pela Turquia. Ontem, Trump reafirmou que “coisas ruins” acontecerão ao Irã se não houver acordo.
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*Com informações de Patricia Lara, Cecília Mayrink, Luciana Xavier e Silvana Rocha, da Broadcast
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