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O dólar inicia a primeira sessão de 2026 no campo negativo. Às 11h (de Brasília) desta sexta-feira (2), a divisa americana recua 1,55%, a R$ 5,4341. O desempenho do câmbio ocorre em meio ao retorno do apetite a risco dos investidores, impulsionado pela expectativa de novos cortes de juros nos Estados Unidos ao longo do ano.
A ata da reunião mais recente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) indicou apoio a cortes à frente caso a inflação desacelere, embora tenha revelado divergências no comitê. Ainda assim, a aposta majoritária do mercado é de manutenção dos juros neste mês. O mercado espera ainda que o presidente Donald Trump anuncie em janeiro o sucessor de Jerome Powell na presidência do Federal Reserve.
No cenário interno, os investidores aguardam a agenda da próxima semana, que traz dados de inflação — como o IPCA de dezembro — e indicadores de atividade. Já no último pregão do ano, o mercado repercutiu a queda da taxa de desemprego — que atingiu o menor nível da série histórica atual. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação no trimestre encerrado em novembro recuou para 5,2%, o menor nível da série histórica iniciada em 2012.
O indicador veio acompanhado de recorde no número de pessoas ocupadas (103,2 milhões) e no total de trabalhadores com carteira assinada (39,4 milhões). Os dados indicam força da economia e do consumo e favorecem o mercado de ações, embora possam gerar receios de prolongamento do período de manutenção da Selic em níveis elevados.
Em 2025, o dólar caiu 11,18% no acumulado do ano.
Com informações do Broadcast
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