O dólar à vista acelerou um pouco o ritmo de alta e renovou máxima nos últimos minutos, na casa de R$ 4,82, com ampliação da pressão compradora no mercado futuro. Operadores citam certo desconforto com o andamento de pautas econômicas no Congresso e movimento natural de realização de lucros, após a rodada recente de apreciação do real, como indutores da alta do dólar. No exterior, a moeda americana ganha força em relação ao euro, mas opera em leve queda na comparação com divisas emergentes, incluindo pares do real, como os pesos mexicano e chileno.