Com a conclusão da operação, a Eneva, por sua vez, se manteve titular da totalidade das ações ordinárias de emissão da Eneva III, as quais passaram a representar 84,98% do seu capital social total.
Como resultado de uma reorganização societária envolvendo a Eneva III e a Companhia, consumada em 13 de junho de 2023, a Eneva III tornou-se titular de 100% do capital social da Parnaíba Geração e Comercialização de Energia (PGC) e da Parnaíba II que, em conjunto, contemplam todas as seis usinas termelétricas do Complexo Parnaíba1.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a operação sem ressalvas.
Nesta mesma data, Eneva e Itaú celebraram ainda um acordo de acionistas da Eneva III, o qual regula direitos e obrigações na qualidade de únicos acionistas da Eneva III.