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Tempo Real

Bolsas de NY recuperam perdas do início do dia, mas caem no mês

Incertezas em torno dos planos tarifários do presidente Donald Trump movimentaram os mercados

Por Poliana Santos e Pedro Teixeira

31/03/2025 | 17:55 Atualização: 31/03/2025 | 18:56

Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)
Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York recuperaram as perdas iniciais e fecharam em alta na segunda-feira (31), embora ainda com incertezas em torno dos planos tarifários do presidente Donald Trump, que devem ser detalhados na quarta-feira (2). O Nasdaq seguiu em queda, ainda que tenha reduzido as perdas, sob pressão nas ações de tecnologia. O dólar e o bitcoin também subiram hoje, enquanto os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) recuaram.

Leia mais:
  • Ibovespa fecha em queda em dia de tensão dos mercados globais com temores por guerra comercial
  • Dólar cai 3,5% em março e mercado começa a revisar projeções. O que esperar para abril?
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O Dow Jones avançou 1%, para 42.001,75 pontos, beneficiado pelos ganhos das ações do Walmart (+3,1%), Sherwin-Williams (2,8%) e da Home Depot (+2,3%). O S&P 500 ganhou 0,55%, fechando a 5.611,85 pontos, enquanto o Nasdaq recuou 0,14%, para 17.299,29 pontos, conforme os dados preliminares.

Em março, o S&P 500 registrou uma queda de 5,75%, a maior queda mensal desde setembro de 2022, quando caiu 9,3%. O Nasdaq perdeu 8,21% no mês, enquanto o Dow Jones recuou 4,20%.

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As bolsas começaram o pregão com fortes perdas, com o Dow Jones tocando a mínima do dia a 41.148,13 pontos. No entanto, o avanço do Índice de Gerentes de Compras (PMI) americano, que superou as expectativas de março, e os ganhos expressivos dos setores de energia e consumo básico ajudaram a reduzir as perdas, levando o Dow Jones ao território positivo e o S&P 500 a inverter a tendência e passar a subir.

Para o Barclays, o cenário em torno do esperado pacote tarifário de Trump é caracterizado por uma “ansiedade de libertação”. O banco prevê que os EUA adotem tarifas recíprocas a 15 a 25 países, com efeitos quase imediatos. Por outro lado, o Goldman Sachs elevou sua previsão de recessão nos EUA, aumentando as chances para 35%, de 20%, e também revisou suas estimativas de crescimento do PIB para 2023, agora projetando um crescimento de apenas 1,5%.

A Tesla caiu 1,67%, ampliando as perdas recentes, com expectativa de divulgação do balanço trimestral sobre as entregas de veículos na quarta-feira. A CoreWeave caiu 7,3%, a startup de inteligência artificial, que começou a ser negociada na sexta-feira, teve sua abertura de capital classificada como “decepcionante” pelo mercado.

A Moderna caiu 8.9% após a notícia da renúncia de Peter Marks na sexta-feira, que liderava o Centro de Avaliação e Pesquisa de Biológicos da FDA, afetando a ação e o setor de biotecnologia.

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A Amazon lançou nesta segunda-feira um agente de IA de uso geral e um novo site para interagir com seus modelos de inteligência artificial personalizados. Apesar do anúncio, as ações acompanharam o movimento do setor de tecnologia e encerraram o pregão em queda de 1,28%.
Além das ameaças tarifárias, a semana também traz importantes dados econômicos, incluindo o relatório de emprego (payroll) de março, que os analistas esperam que revele os efeitos das políticas de Trump sobre o mercado de trabalho americano e, consequentemente, sobre a política monetária.

Juros dos EUA caem

Os rendimentos dos títulos de longo prazo do Tesouro dos Estados Unidos chegaram ao fim da tarde desta segunda-feira em queda, em mais uma sessão marcada pela busca de ativos seguros antes do anúncio das chamadas tarifas recíprocas do presidente Donald Trump, aguardado para a próxima quarta-feira.

Por volta das 17h (horário de Brasília), juro da T-note de 2 anos caía a 3,896%. O rendimento do título de 10 anos recuava a 4,222%, enquanto a taxa do T-bond de 30 anos cedia para 4,590%.

As manchetes envolvendo Trump novamente levaram à venda generalizada de ativos de risco. Em rodada de perguntas e respostas com repórteres na noite do domingo, o presidente americano afirmou que as tarifas recíprocas inicialmente irão atingir “todos os países”.

“Em suma, a calmaria no front da guerra comercial que vimos no início da semana passada foi desfeita e as incertezas sobre as novas tarifas aumentaram significativamente”, afirmam Vail Hartman e Ian Lyngen, estrategistas de renda fixa do BMO Capital Markets.

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Segundo eles, os Treasuries não ficarão sem referências fundamentais no início de abril. “Além do retorno de uma agenda econômica mais carregada, com várias divulgações importantes antes do relatório de empregos de sexta-feira, espera-se que na quarta-feira ocorra a implementação do regime de tarifas recíprocas de Trump”, observam.

“No caso de um anúncio mais agressivo/inflacionário de Trump, tanto ações quanto títulos devem sofrer vendas. Por outro lado, uma abordagem mais moderada deve acalmar os temores inflacionários e ajudar a sustentar as avaliações de ações”, dizem Hartman e Ian Lyngen.

No fim da tarde, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) de Richmond, Thomas Barkin, afirmou hoje que não tem “pressa para cortar os juros” nos EUA, destacando a necessidade de maior confiança no controle da inflação. O presidente do Fed de Nova York, John Williams, ressaltou a grande incerteza em torno do impacto das tarifas

Moedas globais: dólar sobe

O dólar opera em alta em meio a um cenário de aversão ao risco, após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, aumentarem a incerteza sobre seus planos tarifários. Segundo Paul Mackel, analista de câmbio do HSBC, a recente narrativa de que o dólar perdeu seu status de refúgio seguro parece injustificada.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, subiu 0,16%, para 104,21 pontos. O dólar avançava para 149,93 ienes, enquanto o euro caía para US$ 1,0820 e a libra esterlina cedia para US$ 1,2924.

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Mackel aponta que a disparada do ouro para um novo recorde pode estar desviando parte da demanda por ativos de refúgio do dólar. Ainda assim, ressalta que a moeda americana continua central na infraestrutura do mercado global e que, se os temores de crescimento se intensificarem, a demanda pelo dólar provavelmente aumentará.

No domingo, Trump declarou que as tarifas recíprocas afetarão todos os países. Na semana passada, ele havia sinalizado que as medidas poderiam ser mais brandas do que inicialmente anunciado. “A retórica do governo no momento sugere que os riscos são elevados, mas há uma quantidade extraordinária de incerteza”, afirmam analistas do Deutsche Bank.

O economista do Ebury, Enrique Diaz-Alvarez, citou que a libra esterlina está bem posicionada para enfrentar as tarifas dos EUA devido à baixa exposição do Reino Unido. O país exporta majoritariamente serviços e mantém um déficit comercial significativo com os EUA.

O estrategista de câmbio do Société Générale, Kit Juckes, alerta, contudo, que o euro e outras moedas europeias podem enfrentar instabilidade esta semana. “A ameaça ao crescimento com essas tarifas é clara, e há muitas dúvidas sobre o impacto econômico da mudança fiscal da Alemanha”, avalia.

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Os analistas da Monex Europe veem o dólar canadense vulnerável nos níveis atuais e alertam que, caso fique evidente que as tarifas vieram para ficar, o dólar dos EUA pode superar 1,50 dólar canadense.

O iene também se fortalece contra outras moedas do G-10, impulsionado pela busca por segurança antes da implementação das tarifas americanas. O Westpac Strategy Group prevê que a baixa volatilidade da semana passada dará lugar a movimentos mais bruscos nos próximos dias.

Bitcoin inverte sinal e avança

O bitcoin ganhou fôlego e se manteve em território positivo ao longo do dia, após operar em queda na manhã desta segunda-feira, apesar do temor dos investidores com a escalada da guerra comercial provocada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Por volta das 16h30 (horário de Brasília), o bitcoin avançava 0,40%, cotado a US$ 82,920.41, enquanto o Ethereum subia 0,91%, a US$ 1,834.80, segundo dados da Binance.

A despeito da reação desta segunda, a analista técnica da Ripio, Ana de Mattos, afirma que “a força compradora não se desenvolveu para absorver a queda que vem ocorrendo desde o dia 24 de março”, o que sugere novas desvalorizações do ativo. No fim de semana, o bitcoin deu sequência ao forte movimento de queda e atingiu US$ 81.278.

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“Se houver continuidade da queda, os próximos suportes de curto e médio prazo estão nas faixas de preços de US$ 75.500 e US$ 69.900”, diz ela. “Caso entre força compradora absorvendo a queda, a resistência de curto e médio prazo está na faixa de preço dos US$ 83.400 e US$ 85.600.”

“A pressão do mercado nos força a considerar o retorno do BTC abaixo de US$ 80.000 como o cenário principal para o curto prazo”, observa o analista da FxPro, Alex Kuptsikevich, referindo-se ao bitcoin.

Matthew Mena, analista da 21Shares, sugere que as criptomoedas poderiam se valorizar com maior clareza regulatória, avanços na legislação sobre os stablecoins e a criação de uma reserva estratégica de bitcoin nos EUA.

Nesta segunda-feira, a mineradora de bitcoin e empresa de infraestrutura de energia Hut 8 anunciou que se uniu à família Trump para lançar a American Bitcoin, que “tem como objetivo se tornar a maior e mais eficiente mineradora pura do mundo”. A American Data Centers terá participação de 20% na nova American Bitcoin.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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