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  • O presidente do Federal Reserve (Fed) de Chicago, Charles Evans, afirmou hoje que a inflação acima de 2% nos Estados Unidos não o preocupa, sendo a manutenção da média em 2% o mais relevante

(Estadão Conteúdo) – O presidente do Federal Reserve (Fed) de Chicago, Charles Evans, afirmou hoje que a inflação acima de 2% nos Estados Unidos não o preocupa, sendo a manutenção da média em 2% o mais relevante. “Se inflação chegar a 3% e não persistir nisso, não será um problema real”, afirmou o dirigente. Com direito a voto nas decisões de política monetária neste ano, Evans acredita que, caso os preços ao consumidor ultrapassem os 2%, podem retornar “rapidamente” a um nível mais baixo. Com a retomada da economia ante a melhora do quadro da pandemia, “é possível que haja reajuste de preços”, avalia o dirigente, que vê um panorama “muito melhor” do que a inflação do país nos anos 1970, quando ela chegou a dois dígitos. As declarações foram feitas em evento sobre panorama econômico.

“Inflação de 2,5% não me preocupa, mas 3%, caminhando para 4%, pode ser problema”, cogitou Evans. “Algo acima de 3% teria de ser visto”, afirmou, não indicando que esta seja uma preocupação do momento. Na visão do dirigente, a política monetária acomodatícia do Fed no momento é “apropriada”, e o banco não deve alterar muito de suas políticas até o país estar mais próximo de seus objetivos.

Perguntado sobre pressões deflacionárias, a exemplo de Japão e zona do euro, Evans respondeu que há “ferramentas para enfrentar altas da inflação, mas, para deflação, é mais difícil”. O dirigente afirmou que o tema o preocupa, mas que a “política acomodatícia por longo tempo ajudou”. Os juros negativos que alguns países adotaram “tiveram impacto limitado”, na visão do dirigente. Para Evans, taxas negativas que poderiam ter impacto mais forte na economia, como juros entre -0,4% e -0,7% não são uma realidade aplicável.

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