O FSB, órgão internacional formado por representantes do grupo das 20 maiores economias do mundo (G20), vinha até então apenas monitorando os criptoativos, com o argumento de que o setor não impunha riscos sistêmicos.
Agora, o conselho avalia que a turbulência dos últimos meses nos mercados de criptoativos expôs sua “volatilidade, vulnerabilidades estruturais e crescentes ligações com o sistema financeiro mais amplo”.
“O fracasso de um participante do mercado, além de impor perdas potencialmente grandes a investidores e ameaçar a confiança do mercado oriunda da cristalização de riscos de conduta, também pode transmitir riscos rapidamente para outras partes do ecossistema de criptoativos”, afirma o FSB em comunicado.
O valor do bitcoin, a moeda digital mais negociada, já sofreu um tombo de mais de 70% desde que atingiu a máxima histórica de US$ 69.000 em novembro do ano passado.