• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Guedes vai à Câmara e nega conflito de interesse por offshore

O Ministro da Economia classificou as acusações nesse sentido como narrativa política, covardia e desrespeito

Por Reuters

23/11/2021 | 15:26 Atualização: 23/11/2021 | 15:26

O ministro da Economia Paulo Guedes (Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADAO)
O ministro da Economia Paulo Guedes (Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADAO)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, negou haver conflito de interesses por possuir offshore no exterior e chefiar ao mesmo tempo a política econômica do governo, classificando as acusações nesse sentido como narrativa política, covardia e desrespeito aos fatos.

Leia mais:
  • Verde Asset: “O ministro da economia escolheu a desonra”
  • O investidor deve se preocupar com Paulo Guedes?
  • Offshore de Paulo Guedes não passa de ruído, dizem analistas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em audiência pública na Câmara dos Deputados em que foi chamado para falar do veículo de investimento em seu nome em um paraíso fiscal, o ministro defendeu que a offshore foi constituída para fins sucessórios, para que os ativos não fossem em grande parte “apropriados pelo governo americano” após sua morte, o que aconteceria caso os aportes fossem feitos via conta na pessoa física.

Sobre o potencial conflito pelo fato de ter parentes em cargos na offshore, Guedes disse que “a resposta é não, mil vezes não”, acrescentando que os familiares não estariam fazendo nenhuma atividade em que houvesse conflito.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O ministro afirmou que a empresa em si não tem funcionários, sendo essa indicação “um requisito burocrático”. Guedes disse ainda que os recursos foram enviados para a offshore em 2014-2015, sem nenhuma remessa adicional feita posteriormente, complementando que o dinheiro está sendo gerido por gestores independentes.

“Se você fizer investimento lá tendo uma conta na pessoa física, todo seu trabalho de vida, em vez de você deixar para um herdeiro, para algum familiar, vira imposto sobre herança e é apropriado pelo governo americano. Então o melhor é usar uma offshore”, afirmou ele, em sua fala inicial.

“Se eu morrer, em vez de metade ser apropriada pelo governo americano, isso na verdade vai para a sua sucessão e isso é que explica você botar um parente, botar uma filha, um filho, uma mulher, um cônjuge”, acrescentou.

Após ser chamado de sonegador por deputados da oposição, Guedes chegou a ameaçar deixar a audiência, mas seguiu respondendo as perguntas em uma participação de cerca de três horas e meia.

Publicidade

Durante a audiência, ele afirmou que tampouco especulou ou ganhou com a alta do dólar frente ao real. Ainda sobre o tema, frisou ter sempre lutado pelo Banco Central independente, acrescentando que não teria assumido essa posição se quisesse ganhar com a valorização da moeda norte-americana.

Guedes disse que a maior parte do seu patrimônio segue no Brasil, oriunda de sua atuação na iniciativa privada, citando sua participação na fundação do banco Pactual (atual BTG Pactual), Abril Educação e Ibmec/Insper.

“Para todos nós brasileiros que vivemos aqui, temos recursos aqui, que a maior parte de nossos recursos, nossas vidas e nosso futuro e nossos filhos estão aqui, quando o dólar sobe a gente ficou mais pobre, a gente não ficou mais rico”, afirmou.

“Quem tem um pouco de dólar na verdade protegeu um pedaço dos seus recursos, mas não escapou também da perda patrimonial.”

Publicidade

Antes de assumir o comando da Economia, ele afirmou ter vendido todos os recursos das empresas que estavam sob sua administração a preço de investimento. Segundo o ministro, ele perdeu, com isso, mais que o valor da offshore.

Sobre outros investimentos no país, Guedes disse ter entregue a administração a um “blind trust”, arranjo em que o proprietário dos ativos não tem ciência do que está sendo feito com os recursos.

Reportagens feitas com base no projeto Pandora Papers, do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, revelaram em outubro que Guedes tem uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, aberta em 2014 com a quantia de 9,55 milhões de dólares.

A posse de uma empresa no exterior não é ilegal desde que declarada à Receita Federal ou ao Banco Central — o que o ministro já havia dito ter feito, via assessoria de imprensa e depois por meio de seus advogados.

Publicidade

Mas o episódio levantou questionamentos acerca de conflitos de interesses, já que o Código de Conduta da Alta Administração Federal proíbe que autoridades invistam “em bens cujo valor ou cotação possa ser afetado por uma decisão ou política governamental” em razão do cargo ocupado e pelo fato de possuírem informação privilegiada.

Nesta terça-feira (23), ele voltou a falar que a offshore é “um veículo de investimento absolutamente legal”.

Instado por alguns parlamentares a abrir a movimentação da offshore, ele defendeu que todas as instâncias pertinentes têm acesso a informações sobre seus investimentos pessoais, que são atualizadas anualmente. Mas disse que esses dados não serão tornados públicos ou compartilhados com deputados por questões de privacidade e segurança.

“Ativos da offshore têm zero a ver com Brasil, a minha mão não chega lá”, disse.

Publicidade

Questionado sobre o fato de a reforma do Imposto de Renda aprovada pela Câmara ter excluído a proposta de tributação sobre offshores, Guedes disse que o texto enviado pelo Executivo com a sua assinatura continha a medida, mas acabou sendo modificado durante a tramitação.

Sobre o Conselho Monetário Nacional (CMN) ter elevado o limite mínimo de patrimônio no exterior que precisa ser declarado de 100 mil dólares para 1 milhão de dólares, ele justificou que a investida não o beneficiou, já que o valor mantido na empresa em seu nome seguiu sendo superior.

PESSIMISMO GENERALIZADO

Durante sua fala, o ministro voltou a expressar confiança no crescimento da economia brasileira num momento em que os prognósticos de agentes econômicos seguem sendo revisados para baixo.

De acordo com Guedes, o Produto Interno Bruto (PIB) subirá este ano entre 5,2% e 5,4%. Ele também sublinhou que a contração de 4,1% do PIB no ano passado terminou muito menor do que a que chegou a ser estimada por organismos internacionais.

“Eu simplesmente faço defesa do meu país perante um pessimismo generalizado e perante um barulho político ensurdecedor, que eu acho que é parte da democracia, nós temos que conviver com isso”, afirmou.

Publicidade

“Agora não há dúvida que isso tudo dificulta, é claro que dificulta”.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Economia
  • Governo
  • Paulo Guedes
Cotações
07/05/2026 3h28 (delay 15min)
Câmbio
07/05/2026 3h28 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ações recomendadas para maio reposicionam apostas na Bolsa; veja as escolhas de bancos e corretoras

  • 2

    Santander exclui Copasa (CSMG3) e Localiza (RENT3) na carteira para maio; veja as 5 ações recomendadas

  • 3

    Reforma Tributária: ativos isentos devem perder atratividade para a alta renda

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em alta com dólar a R$ 4,91, petróleo em forte queda e impacto de balanços

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em alta com aposta por acordo entre EUA e Irã; petróleo tomba

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Desconto da conta de água: quem tem direito à Tarifa Social?
Logo E-Investidor
Desconto da conta de água: quem tem direito à Tarifa Social?
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos devem ter um destes bilhetes para conseguir gratuidade no Metrô
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos devem ter um destes bilhetes para conseguir gratuidade no Metrô
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: veja como realizar a comprovação digitalmente
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: veja como realizar a comprovação digitalmente
Imagem principal sobre o Prova de vida: idosos devem saber quando realizar o procedimento para não perder a aposentadoria
Logo E-Investidor
Prova de vida: idosos devem saber quando realizar o procedimento para não perder a aposentadoria
Imagem principal sobre o Idosos: o que é o golpe do bilhete premiado?
Logo E-Investidor
Idosos: o que é o golpe do bilhete premiado?
Imagem principal sobre o Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Logo E-Investidor
Desconto na conta de água: veja quem tem direito ao benefício e como solicitar
Imagem principal sobre o Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Logo E-Investidor
Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: entenda quem tem direito ao resgate do valor
Imagem principal sobre o 3 benefícios de idosos que não precisam ser solicitados presencialmente
Logo E-Investidor
3 benefícios de idosos que não precisam ser solicitados presencialmente
Últimas: Tempo Real
Logo do E-Investidor com background verde
Tempo Real
Brava (BRAV3) tem prejuízo de R$ 350 milhões com efeito contábil, mas operação melhora

Resultado foi pressionado por perdas contábeis com proteção ao preço do petróleo, enquanto produção e margem avançaram

06/05/2026 | 22h29 | Por Gabriela da Cunha
Vibra (VBBR3) lucra R$ 1,6 bi no 1º tri, salto anual de 168%, com ganho de clientes e avanço contra fraude
Tempo Real
Vibra (VBBR3) lucra R$ 1,6 bi no 1º tri, salto anual de 168%, com ganho de clientes e avanço contra fraude

Empresa ganhou postos e ampliou vendas em meio a maior fiscalização do setor de combustíveis

06/05/2026 | 22h09 | Por Talita Nascimento
Dexco (DXCO3): lucro líquido vai a R$ 71,9 milhões no 1T26, alta de 22,7% ante o 1T25
Tempo Real
Dexco (DXCO3): lucro líquido vai a R$ 71,9 milhões no 1T26, alta de 22,7% ante o 1T25

Companhia, o avanço do lucro vem da melhora de margens de seus produtos, com reajustes de preços implementados ao longo de 2025

06/05/2026 | 21h26 | Por Circe Bonatelli
CBA (CBAV3): lucro é de R$ 341 milhões no 1T26, alta de 2% na comparação anual
Tempo Real
CBA (CBAV3): lucro é de R$ 341 milhões no 1T26, alta de 2% na comparação anual

Empresa registrou queda da alavancagem, com ambiente favorável de preços do alumínio, evolução do mix de vendas e a contribuição positiva do segmento de energia

06/05/2026 | 21h12 | Por Talita Nascimento

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador