

O índice Ibovespa futuro abriu nesta sexta-feira (26) em alta de 0,25%, chegando aos 126.895 pontos. O avanço se dá com atenções voltadas aos dados da construção civil no País e de olho em sinais econômicos vindos dos Estados Unidos e da Europa, nesta manhã.
A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que o Índice de Confiança da Construção (ICST) subiu 0,9 ponto em julho, chegando a 97,3 pontos. Esse é o maior nível desde fevereiro, quando o indicador registrou 97,6 pontos. Com o resultado, o ICST avança 0,7 ponto na média móvel trimestral.
A FGV ainda trouxe a desaceleração do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M), de 0,93% em junho para 0,69% em julho. Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,42% em 12 meses. Entre os meses analisados, houve desaceleração no grupo Mão de Obra (de 1,61% para 0,85%). Já Materiais, Equipamentos e Serviços tiveram aceleração (de 0,46% para 0,58%).
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No exterior, o Banco Central da Rússia decidiu elevar a taxa básica de juros em 200 pontos-base, para o patamar de 18% ao ano. O BC russo interrompe a manutenção dos juros e retoma aperto monetário pela primeira vez desde dezembro de 2023, sob a alegação de avanço da inflação. A Rússia é um dos principais parceiros comerciais do Brasil e foi o maior fornecedor de diesel para o País no ano passado.
Nos Estados Unidos, as atenções se voltam para a divulgação do índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), métrica de inflação preferida do Federal Reserve (Fed, bc estadunidense). A Universidade de Michigan traz o índice de sentimento do consumidor de julho, com as expectativas de inflação de um e cinco anos.
Os resultados podem oferecer pistas a investidores e analistas de quando os cortes nos juros podem ter início, impactando a flutuação do índice Ibovespa futuro.
*Com informações do Broadcast
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