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“Mercado estava achando que o JCP ia acabar, e agora tem algumas discussões de que só deve ser reduzido. Como não está bem definido, há uma melhora do cenário para os bancos”, afirma Mauricio Rahmani, analista da Reach Capital, destacando que o fim do JCP traria um grande aumento da alíquota de imposto de renda.
Hugo Queiroz, sócio diretor da L4 Capital, vai na mesma linha e afirma que antes o mercado enxergava que bancos poderiam não ser mais uma oportunidade interessante de carrego, com a expectativa de o fim do JCP reduzir a rentabilidade do setor e até diminuir dividendos: “com o recuo do fim do JCP, abre espaço para alta do setor”, afirma. Assim, Itaú PN (+1,91%), Bradesco PN (+1,37%), Bradesco ON (+1,04%), Santander BR Unit (+1,03%) e Banco do Brasil ON (+0,91%) sobem, ajudando o Ibovespa a avançar 0,31%, aos 117.479 pontos.
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