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Tempo Real

Ibovespa sobe 0,42%, mas fecha semana abaixo dos 100 mil pontos

Na semana, índice subiu 0,29%

Por Reuters

01/07/2022 | 17:59 Atualização: 01/07/2022 | 17:59

Ibovespa sobe após sequência de perdas 28/10/2021 REUTERS/Amanda Perobelli
Ibovespa sobe após sequência de perdas 28/10/2021 REUTERS/Amanda Perobelli

O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, com Petrobras entre os principais suportes, mas a cautela persiste uma vez que permanecem os receios com a magnitude da desaceleração econômica global e os rumos da situação fiscal no Brasil.

Leia mais:
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Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,42%, a 98.953,90 pontos, após ter tocado 97.231,18 pontos no pior momento da sessão, mínima intradia desde novembro de 2020. Na semana, subiu 0,29%.

O volume financeiro no pregão desta sexta-feira totalizou 24,8 bilhões de reais.

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Na quinta-feira, o Ibovespa caiu 1,08%, a 98.541,95 pontos, acumulando uma queda de 11,5% em junho, pior performance desde março de 2020, quando foi duramente afetado pelo alastramento da pandemia pelo Brasil.

De acordo com o analista da Terra Investimentos, Régis Chinchila, investidores estão começando julho cautelosos, buscando oportunidades em ativos descontados e ajustando as apostas para os próximos meses.

“Foi uma sessão com investidores ainda incertos sobre os cenários para o segundo semestre”, afirmou.

Na visão da área de macro e estratégia do BTG Pactual, a segunda metade do ano não será menos intensa do que os seis primeiros meses de 2022, em um cenário que inclui desde eleição doméstica até desaceleração do crescimento global.

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Na próxima semana, que começa com feriado nos Estados Unidos (Dia da Independência), a agenda norte-americana trará novas informações para as discussões em voga, incluindo a ata da última decisão de juros do Federal Reserve e dados de emprego.

A equipe de economia do Bradesco afirmou que a ata deve ajudar a calibrar as projeções para a taxa de juros norte-americana. No caso do payroll, além do ritmo de criação de vagas, a atenção estará voltada para os números de salário.

Destaques

– PETROBRAS PN fechou em alta de 2,15%, fornecendo um suporte relevante ao Ibovespa, em sessão positiva para os preços do petróleo no mercado internacional, onde o barril do Brent – referência usada pela Petrobras – encerrou o dia com acréscimo de 2,4%, a 111,63 dólares.

– ITAÚ UNIBANCO PN subiu 0,86% e BRADESCO PN avançou 0,76%, também ajudando no fechamento positivo do Ibovespa. No setor financeiro, também se destacaram CIELO ON, com acréscimo de 4,80%, e B3 ON, com elevação de 2,10%.

– VALE ON caiu 1,91%, uma vez que os preços do minério de ferro cederam nesta sexta-feira na Ásia, com o risco de forte desaceleração econômica global alimentando temores de queda na demanda por commodities, apesar dos sinais de uma recuperação na atividade manufatureira na China.

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– MAGAZINE LUIZA ON recuou 5,98% e AMERICANAS ON perdeu 5,21%, com varejistas ainda do lado negativo do Ibovespa, dado o cenário de inflação elevada no país e perspectivas de que os juros no Brasil fiquem em níveis elevados por mais tempo. VIA ON cedeu 1,56%.

– IRB BRASIL ON avançou 6,40%, após cair 2,46% no pior momento do pregão, na sequência de uma perda de mais de 30% acumulada em junho, em meio a preocupações de que talvez o ressegurador possa precisar de um novo aumento de capital.

– MRV ON subiu 6,02%, em meio a noticiário intenso sobre a construtora nos últimos dias, incluindo a venda de portfólio de crédito (pró-soluto), alienação de empreendimentos nos EUA e anúncio de programa de recompra de até 2% das ações em circulação.

– BRF ON avançou 5,08%, com o setor de proteínas na ponta positiva. A companhia também aprovou emissão de 1,7 bilhão de reais em debêntures. No setor, MARFRIG ON subiu 3,88%, MINERVA ON fechou em alta de 3,69% e JBS ON mostrou acréscimo de 0,41%.

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– FLEURY ON caiu 2,64%, em sessão de ajustes, após disparar cerca de 16% na véspera, na esteira de anúncio da aquisição do Instituto Hermes Pardini.

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