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Ibovespa hoje fecha acima de 146 mil pontos com dados de inflação no Brasil e nos EUA

O principal índice da B3 se apoiou em ganhos dos mercados globais. Veja como a Bolsa reagiu hoje (24)

Por Camilly Rosaboni e Beatriz Rocha

24/10/2025 | 7:59 Atualização: 24/10/2025 | 17:39

Investidor olha inflação no Brasil e nos EUA, à espera de Lula-Trump. (Foto: Adobe Stock)
Investidor olha inflação no Brasil e nos EUA, à espera de Lula-Trump. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje perdeu o nível dos 147 mil pontos visto na abertura, mas fechou no campo positivo. Nesta sexta-feira (24), o principal índice da B3 encerrou em alta de 0,31% aos 146.172,21 pontos, maior nível de fechamento desde o dia 30 de setembro, então a 146.237,02 pontos. As atenções do mercado estiveram em dados de inflação do Brasil e dos Estados Unidos, medidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) e o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), respectivamente.

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A valorização dos índices de ações em Nova York ajudou o Ibovespa. Por outro lado, as commodities fecharam em queda nesta sexta. O minério de ferro sofreu baixa de 0,58% na China, enquanto o petróleo Brent perdeu força ao longo da sessão e cedeu 0,14%.

O prejuízo trimestral da Usiminas (USIM5) e as incertezas quanto às tarifas foram outros fatores que limitaram um ganho mais robusto do índice da B3 hoje. As ações preferenciais da empresa, inclusive, cederam 0,6% nesta tarde.

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Ainda, o temor com o fiscal no Brasil recrudesceu, em meio a uma nova pesquisa eleitoral mostrando favoritismo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à disputa do pleito em 2026.

Além disso, a poucos dias do encontro entre o presidente Lula e seu homólogo americano, Donald Trump, no domingo (26), o petista disse nesta sexta-feira não esperar um acordo imediato.

Na parte de indicadores, o destaque no Brasil foi o IPCA-15, que desacelerou a alta para 0,18% em outubro, após 0,48% em setembro. Os dados são bem vistos por analistas, mas não tendem a levar o Banco Central a cortar a Selic neste ano. “O resultado do indicador é muito bom, mas não devemos nos ‘emocionar’ com os números”, adverte o economista André Perfeito.

Segundo ele, é sabido que o BC está de olho em 2027. “Sendo assim, o mercado tem de, por contra própria, revisar as projeções para alcançarmos assim um alívio nas condições monetárias atuais”, diz em nota, completando que a redução da Selic virá “apenas” em 2026.

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Já nos EUA, o índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 0,3% em setembro ante agosto. O dado eleva a chance de mais cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) ainda este ano.

No câmbio, o dólar hoje subiu 0,12% cotado a R$ 5,3926.

Ibovespa hoje: veja os principais assuntos desta sexta-feira (24)

Bolsas globais sobem após CPI americano

Os olhares estiveram hoje no CPI americano, que só foi divulgado porque o Departamento do Trabalho fez uma exceção, em meio à paralisação do governo americano, que já dura 24 dias.

O CPI dos EUA, indicador crucial antes da próxima decisão de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), subiu 0,3% em setembro ante agosto, com alta de 3% no mês na comparação anual (leia mais abaixo). Com o resultado, os índices de Nova York ampliaram alta e renovaram máximas históricas de encerramento.

As Bolsas da Europa também fecharam majoritariamente no azul. Em Londres, o avanço acima das expectativas do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto do Reino Unido e o avanço inesperado das vendas no varejo em setembro, além do ganho de 4,9% do Natwest após balanço, também contribuíram para o bom humor do mercado. O índice FTSE 100 fechou em valorização de 0,7%, a 9.645,62 pontos, nível inédito.

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O PMI composto do Reino Unido subiu de 50,1 em setembro para 51,1 em outubro, segundo dados preliminares publicados hoje pela S&P Global. O resultado veio acima da expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam alta a 50,9 neste mês.

Já as vendas no varejo cresceram 0,5% em setembro ante agosto, segundo dados publicados nesta sexta-feira pelo ONS, como é conhecido o órgão de estatísticas do país. O resultado veio acima da previsão do Wall Street Journal, que apontava queda de 0,4% no mês.

Na Ásia, as Bolsas subiram após a Casa Branca confirmar que Trump planeja se encontrar com o homólogo chinês, Xi Jinping, na próxima quinta-feira (30).

IPCA-15 desacelera em outubro após alta em setembro

IPCA-15 está entre os destaques do mercado financeiro hoje
IPCA-15 é conhecido como prévia da inflação. (Foto: Adobe Stock)

O IPCA-15 subiu 0,18% em outubro, abaixo da mediana das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, de alta de 0,24%. O resultado é o mais baixo para o mês desde 2022. O indicador registrou um aumento de 3,94% no acumulado do ano. Em 12 meses, a alta foi de 4,94%.

Para Pablo Spyer, conselheiro da ANCORD, o resultado reflete um alívio nos preços de energia elétrica, com a mudança da bandeira tarifária e o fim do bônus de Itaipu. “A queda dos preços de alimentos e bebidas pelo quinto mês também contribuiu. Por outro lado, serviços e passagens aéreas voltaram a pressionar, mostrando que ainda há componentes voláteis que exigem atenção”, avalia.

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Spyer ressalta que a desaceleração é bem vista, mas não deve abrir margem para uma queda nos juros a curto prazo. “Para os investidores, o quadro aponta para um cenário de juros altos por mais tempo, até que a desinflação se consolide de maneira sustentável”, diz.

O economista sênior do Inter, André Valério, destaca que a previsão para a inflação nos meses finais de 2025 é positiva. “A expectativa é de manutenção dessa tendência [de desinflação da economia brasileira], com menores pressões nos combustíveis e energia, enquanto o aperto monetário deve contribuir para manter a inflação de serviços e núcleos em queda”, avalia. Ainda assim, o economista espera que o IPCA encerre 2025 com alta acumulada de 4,70% e que o Comitê de Política Monetária (Copom) só inicie o ciclo de cortes em janeiro.

Encontro Lula-Trump no foco do mercado de ações brasileiro

Investidores aguardam a reunião entre Lula e Trump para tratar das tarifas de 40% aos produtos importados do Brasil. Lula admitiu que não espera um acordo imediato.

O presidente disse ainda que quer discutir sanções a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como a Lei Magnitsky e a cassação de vistos, além de temas geopolíticos. Além de se reunir com Trump, Lula deve se encontrar com lideranças da China e do Vietnã e pode receber representantes do Camboja e do Timor-Leste.

Agenda econômica do dia

Também na agenda econômica hoje, o índice de sentimento do consumidor nos Estados Unidos elaborado pela Universidade de Michigan caiu para 53,6 em outubro, ante 55,1 em setembro, segundo levantamento final divulgado pela instituição. O resultado ficou ligeiramente acima da previsão de analistas consultados pela FactSet, de 53,5, mas abaixo da leitura preliminar deste mês, de 55.

A pesquisa mostrou ainda que as expectativas de inflação em 12 meses caíram de 4,7% em setembro para 4,6% em outubro. Já para o horizonte de cinco anos, a expectativa de inflação avançou de um mês para o outro, de 3,7% para 3,9%.

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Na agenda interna, em seminário do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse hoje que prefere ficar com a pecha de que pagou mais precatórios do que com a fama de caloteiro. O ministro ressaltou em sua fala que não pagar dívidas federais é ilegal e inconstitucional. Segundo Haddad, um dos pedidos do Ministério da Fazenda foi para que os pagamentos dos precatórios fossem respeitados. “Repudiamos calote”, frisou Haddad. “Eu prefiro ficar com a pecha de ter pagado mais do que de caloteiro”, afirmou.

Já o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, participou nesta manhã de missão do governo brasileiro em Jacarta, na Indonésia. À tarde, ele viajou para Kuala Lumpur, na Malásia, onde deve ficar até o dia 27, em missão do governo brasileiro.

Esses e outros dados do dia ficaram no radar de investidores e impactaram as negociações na bolsa de valores brasileira, influenciando o índice Ibovespa hoje.

*Com informações de Maria Regina Silva, Fernanda Bompan, Luciana Xavier e Silvana Rocha, do Broadcast

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