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Ibovespa hoje recua com investidores atentos às decisões sobre juros e à pesquisa que mostra Lula favorito em 2026

O tom conservador do comunicado do Copom, após a decisão de manter a Selic em 15% ao ano, dificultou nova alta do índice da B3

Por Camilly Rosaboni

18/09/2025 | 8:48 Atualização: 18/09/2025 | 17:42

No Ibovespa hoje, Copom guia apostas para Selic e exterior ecoa Fed. (Foto: Adobe Stock)
No Ibovespa hoje, Copom guia apostas para Selic e exterior ecoa Fed. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje fechou em queda de 0,06%, aos 145.499,49 pontos. Nesta quinta-feira (18), o mercado financeiro repercutiu as decisões de juros do Comitê de Política Monetária (Copom) e do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). A nova pesquisa Genial/Quaest sobre intenções de voto nas eleições de 2026 também ficou no radar.

Leia mais:
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O tom conservador do comunicado do Copom, após a decisão de manter a Selic em 15% ao ano ontem, dificultou nova alta do Ibovespa. O corte de juros anunciado ontem pelo Fed também esteve no radar.

A redução das taxas nos Estados Unidos pode fazer com que a B3 – assim como outros mercados de ações – atraia fluxo estrangeiro, mas a Selic elevada acaba aumentando a cautela das empresas no Brasil. Ações mais sensíveis ao ciclo econômico tendem a ser penalizadas, além das de grandes bancos, diante do risco de inadimplência.

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Enquanto o Fed cortou as taxas em 0,25 ponto porcentual, para o intervalo de 4% e 4,25% ao ano, o Copom não só deixou a Selic inalterada pela segunda vez seguida, como tirou do foco dos especialistas a possibilidade de queda no curto prazo.

  • Leia mais: Como aproveitar a Selic a 15% para turbinar seus investimentos

Segundo Harrison Gonçalves, CFA Charterholder e membro do CFA Society Brazil, as decisões ilustram contextos distintos. Em sua visão, o Fed busca suavizar a desaceleração econômica, mesmo com inflação acima da meta. “O ambiente tem maior previsibilidade, com crescimento mais fraco, mercado de trabalho perdendo fôlego e tarifas com impacto limitado”, afirma em relatório.

No Brasil, o BC, conforme Gonçalves, opta pela cautela em função de uma inflação persistente, riscos fiscais elevados e desemprego em níveis baixos, fatores que impedem o início de um afrouxamento monetário no curto prazo.

Um dia após as decisões de juros, as bolsas de valores globais subiram, enquanto o dólar hoje avançou ante moedas fortes. No mercado de câmbio local, a moeda americana chegou a renovar mínima a R$ 5,2702. No fechamento, porém, a divisa teve alta de 0,34% a R$ 5,3191.

No mercado de commodities, a queda do minério de ferro (0,12%) contribuiu para o recuo do Ibovespa, assim como a baixa de 0,75% do petróleo Brent. Com isso, as ações da Petrobras caíram: PETR3 recuou 0,75% e PETR4 teve baixa de 0,98%.

Ibovespa hoje: o que chamou atenção do investidor nesta quinta (18)

Fed corta projeções de juros para 2025, 2026 e 2027

O Federal Reserve reduziu as projeções para a taxa básica de juros dos EUA em 2025, 2026 e 2027. As estimativas caíram para 3,6%, 3,4% e 3,1%, respectivamente. (Imagem: Adobe Stock)

O Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, reduziu a taxa de juros do país em 0,25 ponto porcentual na quarta-feira (17), para o intervalo entre 4% e 4,25% ao ano.

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Após a decisão, o mercado reagiu de forma volátil, primeiro em alta, mas logo devolvendo parte dos ganhos, enquanto investidores avaliavam a decisão do Fed e o discurso de seu presidente Jerome Powell.

As sinalizações de Powell, destacando que a continuidade do ciclo de queda de juros nos próximos meses ainda depende da evolução dos dados de inflação e emprego nos EUA, foram lidas por uma ótica mais hawkish – termo que indica a adoção de política austera, com taxas de juros mais altas –, ajudando a limitar o otimismo gerado pelo corte nos Fed Funds (como são chamados os juros americanos).

Otimismo predomina nas bolsas globais após decisão do Fed

O dia seguinte ao corte de juros pelo Fed foi de avanço das bolsas de Nova York e bolsas europeias. Em Wall Street, Nasdaq avançou 0,94%, enquanto Dow Jones e S&P 500 registraram ganhos de 0,27% e 0,48%, respectivamente.

Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,21%, aos 9228,11 pontos. Em Frankfurt, o DAX ganhou 1,33%, a 23670,96 pontos. Em Paris, o CAC 40 registrou alta de 0,87%, a 7854,61 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,84%, aos 42307,81 pontos e o Ibex 35, em Madri, apontou ganhos de 0,23%, aos 15175,03 pontos. Na contramão, em Lisboa, o PSI20 cedeu 0,05%, aos 7726,20 pontos.

Nesta manhã, o BoE decidiu deixar sua principal taxa de juros inalterada, em 4% ao ano, após concluir reunião de política monetária, em um ambiente de pressões inflacionárias e crescimento fraco no Reino Unido.

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Na zona do euro, o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, disse que a autoridade monetária pode não ter concluído ainda a série de cortes de juros que teve início em junho de 2024. Na semana passada, o BCE manteve os juros pela segunda vez consecutiva.

Enquanto isso, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na quarta-feira que designará o movimento Antifa — grupos considerados de esquerda — como organização terrorista, gerando receios de que seu governo tente usar a indignação com o crime para sufocar a oposição política.

Copom mantém Selic em 15% em decisão unânime

Copom destacou que o cenário atual exige cautela na condução da Selic. (Foto: Adobe Stock)

O Copom manteve a Selic em 15% ao ano na quarta-feira. A decisão já era esperada pelo mercado, que concentrava a atenção no comunicado do BC. O foco estava em identificar qualquer menção que pudesse sugerir a antecipação do ciclo de afrouxamento monetário para o final de 2025 – veja a reportagem completa sobre a decisão do Copom.

O comitê destacou que o cenário atual exige cautela na condução da Selic. O BC afirmou que seguirá vigilante, avaliando se a manutenção dos juros altos é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta.

“O Comitê enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”, disse em comunicado.

Lula lidera intenções de voto para eleições de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na frente das intenções de voto para as eleições de 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (18).

O levantamento simulou oito arranjos diferentes de candidatos. No primeiro turno, Lula aparece com 32% das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro (PL), com 24%, e Ciro Gomes, com 11%. Em outras combinações, o petista oscila entre 32% e 43%, sempre à frente dos adversários.

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Quando Michelle Bolsonaro substitui seu marido e ex-presidente, Lula marca 33%, contra 18% da ex-primeira-dama. Com Tarcísio de Freitas (Republicanos), o petista tem 35% a 17%. Já nos cenários em que enfrenta Eduardo Bolsonaro, Lula varia de 32% a 43%, enquanto o deputado alcança entre 14% e 21%.

Em uma simulação de segundo turno contra Tarcísio, Lula alcançou 43% das intenções de voto, enquanto o paulista somou 35%. Os porcentuais são os mesmos registrados na pesquisa de agosto.

A pesquisa entrevistou 2.004 eleitores em 120 municípios do País, entre os dias 12 e 14 de setembro. As entrevistas foram feitas presencialmente, com questionários estruturados. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Agenda econômica do dia

As atenções na agenda econômica desta quinta-feira (18) também se voltaram para a aprovação, na noite desta quarta (17) na Câmara, da urgência para o projeto de anistia aos condenados pelos atos golpistas na quarta-feira (17) – e, na terça, a Casa havia aprovado proposta de emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, colocada em votação após negociação com o presidente da Câmara Hugo Motta (Republicanos-PB).

Destaque ainda para a participação do presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, em evento sobre crédito consignado. Na ocasião, Galípolo enfatizou que a autonomia da autarquia não tem como objetivo isolá-la, nem funcionar como uma proteção para seus diretores. Disse que o objetivo dela, na verdade, é proteger o País, permitindo que a autarquia tome as melhores decisões para o Brasil, independentemente da política.

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Ainda na agenda, o Tesouro fez leilões de Letras do Tesouro Nacional (LTN, títulos prefixados) e Nota do Tesouro Nacional série F (NTN-F, título de renda fixa).

Nos EUA, o número de pedidos de auxílio-desemprego caiu 33 mil na semana até 13 de setembro, a 231 mil, segundo pesquisa divulgada pelo Departamento do Trabalho nesta quinta-feira (18). O resultado ficou abaixo da previsão de analistas consultados pela FactSet, de 242 mil solicitações.

Esses e outros dados do dia ficaram no radar de investidores e impactaram as negociações na bolsa de valores brasileira, influenciando o Ibovespa hoje.

*Com informações de Luciana Xavier e Maria Regina Silva, do Broadcast

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