As maiores quedas do Ibovespa se deram em companhias mais sensíveis ao ambiente de juros altos e à piora generalizada do apetite por risco no exterior. A CVC (CVCB3) recuou 7,11%, a R$ 1,83, mantendo-se na lanterna do índice. O movimento reflete um dia de estresse nos juros futuros, que avançaram após declarações pouco conclusivas de dirigentes do Federal Reserve, e um dólar firme acima de R$ 5,40, fatores que tradicionalmente pesam sobre companhias expostas ao consumo e ao turismo.