Em relatório, o BofA destaca que ações domésticas não tiveram desempenho muito positivo no último mês, no Brasil, e que consumo discricionário (automóveis, eletrodomésticos e lazer, entre outros) continua como o setor menos valorizado. “A migração para commodities aumentou em setembro”, aponta o banco. Também em setembro, o BofA notou R$ 5 bilhões de fluxo estrangeiro para a B3 indo para os contratos futuros.
Em relação ao cenário macro, o BofA disse que, apesar de o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto ter vindo abaixo das expectativas, não deve ser suficiente para garantir uma aceleração nos cortes de juros e que “surpresas com a inflação no Brasil são improváveis a partir de agora”. Apesar disso, o petróleo mais valorizado pode representar um risco em relação ao aumento de preços.