• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Inflação pesa mais no bolso de quem? Veja a pesquisa da FGV

Índice leva em conta inflação de janeiro de 2020 a março de 2023

Por Daniela Amorim, Estadão Conteúdo

09/05/2023 | 12:50 Atualização: 09/05/2023 | 13:41

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Nos últimos três anos, as famílias de baixa renda do Nordeste foram mais penalizadas pela inflação no País, especialmente pelo encarecimento dos alimentos, apontou a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Leia mais:
  • O que dá para comprar com 2 mil pesos na Argentina?
  • Copom divulga projeção oficial para a inflação em 2023 e 2024; confira
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De janeiro de 2020 a março de 2023, a inflação percebida pelas famílias com renda mensal até 1,5 salário mínimo no Nordeste foi de 26,46%, ante um resultado de 23,51% para esse mesmo grupo de renda familiar no restante do País. Os mais ricos também perceberam inflação maior na região Nordeste: no grupo com renda familiar acima de 11,5 salários mínimos, a inflação entre os nordestinos foi de 23,04%, ante uma alta de 21,42% na média das demais regiões do País no mesmo período.

O cálculo é do Índice de Preços ao Consumidor Regional (IPC-Regional), novo indicador produzido e divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), construído a partir da agregação da inflação média apurada nas principais capitais das cinco grandes regiões que dividem o país. O objetivo é estimar a inflação de cada região para famílias de baixa renda, que recebem até 1,5 salário mínimo mensal, e para famílias de alta renda, acima de 11,5 salários mínimos mensais.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“A inflação percebida pelas famílias, nas mais diversas regiões do país, segue uma dinâmica muito particular. Famílias com o mesmo nível de renda, mas residentes em diferentes regiões, podem perceber diferenças no comportamento da inflação. Tais diferenças se sustentam em função dos hábitos de consumo, dos impostos, do frete, do clima e de vários outros fatores. Além disso, famílias em diferentes classes sociais também tendem a sentir diferença no comportamento da inflação. Famílias de baixa renda, por exemplo, comprometem a maior parte do orçamento familiar com alimentos, enquanto as famílias de renda mais elevada gastam mais com serviços. Essas diferenças fazem com que a inflação não seja a mesma para todos”, lembrou a FGV, na nota de apresentação do novo índice de preços.

Nos 12 meses encerrados em março de 2023, a inflação para a baixa renda ficou em 4,57% no Nordeste, ante 3,03% no Sudeste, 3,12% no Sul, 2,24% no Centro-Oeste, e 4,70% no Norte. Já a inflação para a alta renda nos 12 meses encerrados em março de 2023 ficou em 4,70% no Nordeste, ante 4,05% no Sudeste, 4,41% no Sul, 3,23% no Centro-Oeste, e 4,14% no Norte.

A alimentação pesa mais na cesta de consumo das famílias de baixa renda do Nordeste, uma fatia de 30,65%, do que na média das demais regiões do País para esse mesmo grupo familiar, 23,41%.

De janeiro de 2020 a março de 2023, a alimentação aumentou 43,24% para as famílias nordestinas de baixa renda, ante uma variação de 42,01% na média das demais regiões. A FGV elencou como fontes de pressão relevantes no período o óleo de soja (119,02%), arroz (80,41%), milho de pipoca (76,46%), farinha de mandioca (74,45%), açúcar cristal (59,71%), margarina (59,43%), linguiça (58,49%), ovos (56,48%), leite em pó (54,05%) e pão francês (46,37%).

Publicidade

O custo também foi mais pesado com habitação entre os nordestinos mais pobres: as famílias de baixa renda no Nordeste gastaram 25,80% a mais com esse tipo de despesa no período de janeiro de 2020 a março de 2023, ante uma alta de 19,98% para essa mesma faixa de renda no restante do País. Os destaques foram os aumentos no gás de botijão (61,90%), material de limpeza (39,86%) e energia elétrica (23,99%).

O transporte ficou 18,32% mais caro entre janeiro de 2020 e março de 2023 para os nordestinos mais pobres, enquanto esse gasto subiu 16,20% na média das demais regiões para essa mesma faixa de renda. O resultado foi impulsionado pelos reajustes do diesel (55,88%) e da gasolina (24,37%).

As despesas com saúde e cuidados pessoais subiram 19,24% para as famílias de baixa renda do Nordeste e 19,66% na média das demais regiões do País. Pesaram no orçamento itens básicos de higiene, como sabonete (56,17%), creme dental (44,48%) e papel higiênico (44,34%).

“Entre janeiro de 2020 e março de 2023, a inflação foi influenciada por diversos fatores. O primeiro deles foi a pandemia de Covid-19, seguido pela crise hídrica e aumento do preço do petróleo em 2021, culminando com o conflito geopolítico entre Rússia e Ucrânia em 2022, que afetou novamente o preço do petróleo, bem como de importantes commodities agrícolas, como trigo e milho. Sob a ótica da inflação, em 2020, o maior desafio foi os alimentos, cujos preços sofreram com o aumento da demanda. Em 2021, foi a vez da crise hídrica afetar o preço da energia e a alta do petróleo impactar o preço dos combustíveis. Por fim, em 2022, os preços dos alimentos sofreram novo impulso por causa da guerra”, justificou a FGV, em nota.

Publicidade

De janeiro de 2020 a março de 2023, as famílias de alta renda no Nordeste gastaram 36,15% mais com alimentação, ante um aumento de 34,66% na média do restante do País. O custo dos transportes subiu 24,66% para os mais ricos no Nordeste, ante alta de 23,12% na média das demais regiões.

“Neste rol de despesas, destacam-se os gastos com veículos (30,79%), peças e acessórios (25,97%) e combustíveis e lubrificantes (25,56%)”, apontou a FGV.

Os gastos com habitação para as famílias de alta renda subiram 17,94% no Nordeste e 17,23% no restante das regiões. O grupo inclui despesas com materiais para reparos de residência (26,88%), serviços públicos (26,27%), aluguel e condomínio (23,23%) e eletrodomésticos (18,55%).

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Fundação Getúlio Vargas (FGV)
  • Inflação
Cotações
06/04/2026 4h01 (delay 15min)
Câmbio
06/04/2026 4h01 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Guerra no Irã afasta turistas, derruba vendas de luxo em 50% no Oriente Médio e acende alerta entre marcas globais

  • 2

    A Páscoa ficou mais cara? Chocolate e bacalhau explicam por que a conta pesa no bolso

  • 3

    Chocolates estão 16% mais caros: vale a pena investir no ETF que acompanha os preços do cacau?

  • 4

    O IPO da SpaceX é ótimo, mas não vai gerar um retorno de 100 vezes o investimento

  • 5

    Agenda de dividendos da semana de 6 a 10/04: 9 ações pagam até R$ 0,76 por ação aos investidores

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Imagem principal sobre o Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Logo E-Investidor
Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: até quando o prêmio de R$ 40 milhões pode ser pago?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: até quando o prêmio de R$ 40 milhões pode ser pago?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: relembre quantas apostas ganharam no ano passado
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: relembre quantas apostas ganharam no ano passado
Últimas: Tempo Real
Riscos de dívida e liquidez levam a rebaixamento de rating da CSN pela Moody's
Tempo Real
Riscos de dívida e liquidez levam a rebaixamento de rating da CSN pela Moody's

Agência diz que revisão para rebaixamento da siderúrgica continua; companhia tem plano de desinvestimento em ação

04/04/2026 | 10h23 | Por Caroline Aragaki
Agenda econômica de sexta (3): payroll dos EUA sai em dia de feriado e baixa liquidez
Tempo Real
Agenda econômica de sexta (3): payroll dos EUA sai em dia de feriado e baixa liquidez

Relatório de emprego americano concentra atenções e pode elevar a volatilidade em meio ao feriado internacional

03/04/2026 | 04h30 | Por Isabela Ortiz
Bradesco pagará R$ 3 bilhões em JCP intermediários; confira os preços por ON e PN
Tempo Real
Bradesco pagará R$ 3 bilhões em JCP intermediários; confira os preços por ON e PN

Acionistas que tiverem o papel até 6 de abril deste ano serão beneficiados

02/04/2026 | 19h32 | Por Amélia Alves
Bitcoin recua com preocupações sobre uma escalada na guerra entre EUA e Irã
Tempo Real
Bitcoin recua com preocupações sobre uma escalada na guerra entre EUA e Irã

Segundo analistas do Saxo Bank, as criptomoedas continuam refletindo o sentimento de risco mais amplo, em vez de atuarem como ativos de refúgio

02/04/2026 | 17h03 | Por Matheus Andrade

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador