Relatório de Mercado Focus
| Indicador |
Hoje |
Evolução |
Há 4 semanas |
| IPCA 12 meses |
3,95% |
4 semanas de queda |
4,04% |
| IPCA 2026 |
3,95% |
6 semanas de queda |
4,02% |
| PIB 2026 |
1,80% |
10 semanas de estabilidade |
1,80% |
| Câmbio (fim de 2026) |
R$ 5,50 |
18 semanas de estabilidade |
R$ 5,50 |
| Selic (fim de 2026) |
12,25% |
8 semanas de estabilidade |
12,25% |
Fonte: Banco Central, dados compilados em 18/02/2026
A mediana do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2026 também caiu de 3,97% para 3,95%, mantendo-se abaixo do teto de 4,50%. A projeção para 2027 ficou estável em 3,80% pela 15ª semana consecutiva. Para 2028 e 2029, a expectativa continua em 3,50%. Conforme trajetória divulgada no comunicado da reunião de janeiro do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central (BC) prevê que o IPCA irá encerrar 2026 com alta de 3,4% e espera que a inflação em 12 meses chegue a 3,2% no horizonte relevante, atualmente localizado no terceiro trimestre de 2027.
Juros seguem ancorados, mas corte entra no radar
A mediana para a Selic no fim de 2026 se manteve em 12,25%, pela 8ª semana seguida. A projeção para o fim de 2027 continuou em 10,50%. Em 2028 seguiu em 10,00%. Para 2029, a mediana ficou em 9,50%. Em janeiro, o Copom decidiu manter a Selic em 15% pela quinta vez seguida, mas indicou que pode começar o processo de corte dos juros na próxima reunião, em março.
Crescimento estacionado abaixo de 2%
As previsões do PIB para 2026 seguem em 1,80%, marcando a décima semana consecutiva nessa projeção. Para 2027, a projeção de crescimento também se mantém em 1,80%. O Banco Central prevê um aumento no crescimento econômico para 2,3% em 2026, refletindo melhorias no setor agropecuário e ajustes nas séries históricas.
Dólar parado em R$ 5,50 e efeito carry trade
A taxa de câmbio do dólar permanece em R$ 5,50 para o fim de 2026 e 2027. Para 2028, a mediana também se mantém em R$ 5,50. A previsão para 2029 foi ajustada para R$ 5,51. A moeda americana fechou em 2025 cotada em R$ 5,4840, com perda acumulada de 11,18% frente ao real. A apreciação da divisa brasileira foi motivada pelo enfraquecimento global do dólar e pela atratividade das operações de carry trade, estratégia que explora a diferença de juros entre países, na esteira do forte ciclo de aperto monetário conduzido pelo BC.
Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast